"Sistema de justiça e responsividade" segundo a esfera jurídica brasileira.

"Sistema de justiça e responsividade" segundo a esfera jurídica brasileira.

Reflexões e análises importantes sobre o sistema de justiça brasileiro e a sua responsividade diante das demandas sociais.


Introdução:

     O Sistema de Justiça brasileiro é composto por diversos órgãos responsáveis pela aplicação do direito, tais como tribunais, juízes, promotores, defensores públicos, entre outros. Nesse contexto, a responsividade do sistema é um tema de extrema relevância, visto que é por meio dela que se busca garantir a efetividade da justiça, o acesso à justiça e a satisfação das demandas sociais.


Desenvolvimento:

     A responsividade do Sistema de Justiça se relaciona com a capacidade de resposta do sistema às necessidades e demandas da sociedade. Isso envolve não só a capacidade de solucionar conflitos, mas também a rapidez, a qualidade e a transparência do serviço prestado. O sistema deve ser capaz de se adaptar às mudanças sociais, bem como se comunicar de forma clara e eficiente com os cidadãos.


     No Brasil, a responsividade do sistema de justiça é um desafio constante, uma vez que a morosidade na prestação jurisdicional e a falta de transparência são problemas recorrentes. Além disso, o acesso à justiça é um direito fundamental, mas nem sempre é garantido a todos, especialmente aos mais vulneráveis.


     Para enfrentar esses desafios, algumas iniciativas têm sido tomadas, tais como a informatização do processo judicial, a criação de mecanismos de mediação e conciliação, a melhoria da formação dos operadores do direito e a ampliação do acesso à justiça por meio da defensoria pública e da assistência judiciária gratuita.


Conclusão:

     Em suma, a responsividade do Sistema de Justiça é fundamental para garantir a efetividade da justiça, o acesso à justiça e a satisfação das demandas sociais. No entanto, no Brasil, ainda há muito a ser feito para melhorar a qualidade, a rapidez e a transparência do serviço prestado pelo sistema. É preciso investir em iniciativas que visem aprimorar o sistema como um todo, de modo a garantir a efetivação dos direitos fundamentais dos cidadãos.


Referências Bibliográficas:

SARMENTO, Daniel; OLIVEIRA, Marcelo Andrade Cattoni de (orgs.). Direito constitucional contemporâneo: homenagem a Luís Roberto Barroso. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019.

CAPPARELLI, Sérgio. Justiça ágil: uma visão sistêmica do Poder Judiciário. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2017.

LIMA, Carlos Augusto Alcântara. O direito em movimento: mediação, conciliação e arbitragem. Rio de Janeiro: Forense, 2016.

BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

MENDES, Gilmar Ferreira; COELHO, Inocêncio Mártires; BRANCO, Paulo Gustavo Gonet. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2012.