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Pedidos de falência crescem 15,5% em setembro, aponta Serasa Experian


O número de pedidos de falência aumentou 15,5% no país em setembro. Houve 156 requerimentos no período, ante 135 no mesmo mês do ano passado, de acordo com a Serasa Experian. Na comparação com agosto, quando houve 149 pedidos, houve aumento de 4,7%.

Levantamento de outra empresa de análise de crédito, a Boa Vista Serviços, divulgado na quinta-feira, indicou que os pedidos de falência cresceram 12,8% no mês passado, ante o mesmo período em 2012, mas em relação a agosto os pedidos caíram 2,1%.

De acordo com os dados da Serasa, entre os 156 pedidos de falência registrados emsetembro de 2013, 88 foram de micro e pequenas empresas, 46 de médias e 22 de grandes. A empresa avaliou que a forte alta do dólar entre junho e agosto deste ano, o enfraquecimento da atividade econômica e a continuidade da elevação das taxas de juros prejudicaram as finanças das empresas.

Os pedidos de recuperação judicial também aumentaram, de 71 para 75, entre agosto e setembro. Em setembro do ano passado, houve 57 requerimentos desse tipo.

As falências decretadas somaram 66 no mês passado, ante 90 em agosto e 54 em setembro de 2012. Já as recuperações judiciais deferidas totalizaram 56 em setembro ante 73 em agosto e 48 em setembro de 2012.

Pedidos de falência devem avançar no 2º semestre, diz Serasa

Mesmo com o aperto monetário e as medidas de restrição ao crédito, os indicadores de insolvência das empresas encerraram o primeiro semestre abaixo dos verificados nos primeiros seis meses do ano passado.

De janeiro a junho, houve 877 requerimentos de falência, um recuo de 6,6% ante os 939 pedidos em igual intervalo de 2010, mostra levantamento da empresa de análise de crédito Serasa Experian. Mas a tendência é que esses indicadores apresentem avanço ao longo da segunda metade do ano.

Isso porque os pedidos de recuperação judicial cresceram 15% no primeiro semestre, o que indica uma mudança em relação ao cenário visto até agora.

"Já se notam desaquecimentos setoriais em decorrência da política monetária restritiva e a alta da inadimplência do consumidor tende a pressionar a rentabilidade empresarial", avaliam os economistas da entidade.

Além disso, a Serasa observa que a comparação entre os primeiros semestres de 2011 e de 2010 envolve ambientes econômicos distintos para os negócios, já que no início do ano passado as empresas ainda sofriam com os impactos da crise global, sobretudo no acesso ao crédito.

http://economia.ig.com.br/empresas/comercioservicos/pedidos+de+falencia+devem+avancar+no+2+semestre+diz+serasa/n1597066310142.html

Economia vai desacelerar no 2º semestre, diz Serasa

A economia brasileira vai reduzir a velocidade a partir do segundo semestre. Esta é uma das conclusões do Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica, divulgado hoje. Em dezembro, o índice teve queda de 0,2%, após um declínio de 0,1% em novembro. Com a redução, o indicador alcançou o patamar de 100,1.

O índice procura prever, com seis meses de antecedência, a posição cíclica da economia brasileira. Ao longo dos últimos seis meses, houve uma aceleração do índice. De acordo com a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito, a atividade da economia terá uma curva de aceleração nos primeiros seis meses de 2010, mas vai reduzir o ritmo a partir do segundo semestre.

Além disso, conforme os analistas, o eventual ciclo de aperto monetário previsto para o segundo semestre deverá ser menos intenso que os ocorridos em 2004 e 2008.

Crédito para empresas segue em alta, diz Serasa

Agência Estado

A concessão de crédito para pessoa jurídica deve seguir trajetória de alta nos próximos meses e retornar ao patamar pré-crise até maio de 2010, projeta o Indicador de Perspectiva do Crédito, divulgado hoje pela empresa de análise econômica Serasa Experian. Em setembro, o indicador avançou 0,8% ante agosto, a oitava alta consecutiva na comparação mensal. O resultado elevou de 98,8 pontos para 99,6 a previsão de concessão do crédito, que se aproxima do nível de expansão. O índice da Serasa considera 100 como ponto de equilíbrio da economia. Valores superiores a 100 e em trajetória de alta indicam economia em expansão, abaixo de 100 e em trajetória de queda sinalizam crise e valores abaixo de 100, mas em trajetória ascendente, apontam recuperação.

Diante da perspectiva de crescimento, os economistas da Serasa Experian acreditam na normalização do volume de concessões reais de crédito até maio do ano que vem, quando o indicador deve atingir o patamar pré-crise. Esse cenário, segundo os analistas da entidade, pode ser explicado pela recuperação do emprego - variável que tem correlação direta com a capacidade dos consumidores contraírem empréstimos -, recuperação da produção, melhora das condições de liquidez no sistema financeiro e, como consequência, menor percepção de risco de crédito.

Atualmente, a concessão de crédito mensal está 7% abaixo do normal, girando na casa dos R$ 93 bilhões, ao passo que a curva da tendência de longo prazo aponta para um volume real mensal da ordem de R$ 100 bilhões. "A baixa deve-se aos desdobramentos da crise financeira mundial, que atingiu duramente o crédito para as empresas", explicam os analistas da entidade. De acordo com eles, o fechamento das fontes externas de recursos, a contração do PIB entre o 4º trimestre de 2008 e o 1º trimestre de 2009 e a elevação da inadimplência foram os responsáveis pelo estreitamento do mercado de crédito no país.

Em direção oposta, a perspectiva de concessão do crédito para pessoa física atingiu em setembro a terceira queda mensal consecutiva, de acordo com a Serasa Experian. O índice recuou 1 2% em setembro ante agosto deste ano, recuando do patamar de 104 5 pontos para 103,3. A previsão da entidade é de que o ritmo de concessões de crédito siga em trajetória de baixa nos meses de outubro e novembro, iniciando o ano de 2010 com taxas de expansão menores do que as verificadas em 2009.

Na avaliação dos economistas da entidade, o ritmo de queda pode ser atribuído ao fim do período de relaxamento monetário, ao término de alguns estímulos fiscais anticrise e o provável deslocamento das pessoas físicas do crédito do consumo para o investimento, oferecido basicamente com recursos direcionados. Apesar da expectativa de baixa, os analistas acreditam em um resultado favorável em dezembro, por conta das compras para o Natal. "O crédito deverá ser estimulado pelo maior grau de confiança das pessoas físicas, bem como pelas condições mais favoráveis, como encargos declinantes e prazos mais dilatados", explicam os analistas. A pesquisa promovida pela Serasa Experian é feita mensalmente a partir de um universo de 325 variáveis econômicas e financeiras.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/11/04/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=134607/em_noticia_interna.shtml

Intenção de compra volta ao nível pré-crise no Brasil

Duas pesquisas mostram que a disposição de ir às compras do brasileiro já voltou ao nível anterior à crise. Os brasileiros estão buscando mais crédito e devem comprar mais bens duráveis - de geladeiras a carros - nos próximos meses, o que reforça o cenário favorável à recuperação da economia no segundo semestre.
O Indicador Demanda do Consumidor por Crédito, preparado pela empresa de informações de crédito Serasa Experian, atingiu em junho 102,7 pontos, contra 101,2 pontos alcançados em outubro de 2008, quando foi deflagrada a crise financeira. “É a primeira vez que o indicador supera o patamar de outubro”, diz o gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi.
Já o Índice de Intenção de Compras de Bens Duráveis, apurado pelo programa de administração do varejo Provar, da USP, e pela consultoria Felisoni Associados, revela que a disposição do consumidor para adquirir um carro zero ou uma geladeira cresceu 20% no trimestre em relação ao mesmo período de 2008. O indicador, que será divulgado hoje, mostra também que a intenção de levar para casa algum bem durável está no nível mais alto dos últimos dez anos para o período julho a setembro.
Duas razões explicam a mudança de ânimo dos consumidores: o aumento da oferta de crédito, com melhores condições de prazos e juros, e a maior confiança, especialmente entre os consumidores de baixa renda, na manutenção do emprego. “A tendência é de recuperação do crédito”, afirma Rabi.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/14/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=118597/em_noticia_interna.shtml

Cheques sem fundos batem recorde em maio

O número de cheques sem fundos bateu recorde histórico em maio no país, mas continua no terceiro lugar na lista de inadimplência dos consumidores, depois das dívidas com cartões de crédito e empresas de financiamento e das pendências com os bancos. O Indicador Serasa Experian de Cheques sem Fundos assinalou 25,2 devoluções de cheques a cada mil compensações, a maior quantidade registrada desde 1991. No total, foram devolvidos 2,49 milhões de ordens de pagamento e compensadas 98 74 milhões no mês.
Para os técnicos da Serasa Experian, empresa de serviços de informação, marketing e gerenciamento de crédito, este recorde é reflexo dos resultados da crise, como alta do desemprego e um maior uso do cheque pré-datado para contrabalançar os ajustes na oferta de crédito. Mas os analistas afirmam que a expectativa de retomada da economia no segundo semestre deverá tornar menor a inadimplência nos cheques nos próximos meses.
Na variação de maio sobre abril, a ampliação na soma de cheques devolvidos foi de 13,5% (em abril, foram devolvidos 22,2 cheques por mil compensações). Esse acréscimo no número de cheques retornados também pode ser explicado pelas vendas do Dia das Mães. Além disso, as compras da Páscoa divididas em parcelas e os gastos com esse e com o feriado do Dia de Tiradentes também ajudaram na elevação da estatística em maio. Segundo os técnicos da Serasa, por causa dessa sazonalidade, maio costuma registrar maior devolução.
Na comparação de maio de 2009 com o mesmo mês de 2008, o volume de cheques devolvidos a cada mil compensados aumentou 18,9%. Em maio de 2008, houve 21,2 devoluções por mil. No total, foram devolvidos em maio do ano passado 2,40 milhões de cheques, e compensados 113,19 milhões.
Acumulado
Com a devolução recorde de maio de 2009, o índice de cheques devolvidos por insuficiência de fundos também registrou recorde no acumulado de janeiro até o quinto mês: 23,6 para cada mil compensados, o maior número de devoluções nessa base de comparação desde 1991, quando começou a pesquisa.
Ao todo, foram devolvidos 12,11 milhões de cheques nos primeiros cinco meses do ano, e compensados 512,73 milhões. Sobre o mesmo período de 2008, o número de cheques devolvidos cresceu 16,3%.
Por Estado, nos cinco primeiros meses de 2009, o ranking de cheques sem fundos foi liderado pelo Acre, com 97,6 devolvidos a cada mil compensados, seguido por Maranhão (97), Roraima (91,2) e Amapá (89,6). São Paulo é o último da lista, com 18,3.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/18/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=115150/em_noticia_interna.shtml

Indicador do varejo sobe pelo 4º mês seguido, aponta Serasa

A atividade do setor varejista teve em maio a quarta alta consecutiva e o melhor resultado do ano, apontou nesta quarta-feira o Indicador de Atividade do Comércio, divulgado pela empresa de informações econômicas Serasa Experian. Levando em conta as consultas a cerca de 6 mil empresas do país, o índice teve em maio um crescimento de 1,3% sobre abril, resultado livre de influências sazonais. A alta é a maior registrada desde dezembro de 2008, quando a atividade cresceu 2,8% ante novembro em decorrência das vendas de Natal.
Crescimento ainda maior - de 2,5% - foi verificado na comparação com maio de 2008. No acumulado dos primeiros cinco meses do ano, o indicador registrou alta de 3,6%. Na opinião dos economistas da Serasa, os resultados confirmam a tendência de recuperação da atividade varejista no País, depois de perdas relevantes observadas em outubro e novembro do ano passado.
O segmento de veículos, motos e peças puxou o aumento da atividade comercial em maio, registrando alta de 2,2% ante abril. Outro grupo que contribuiu para o bom desempenho foi o de móveis, eletroeletrônicos e informática, com elevação de 0,9%. Os economistas da Serasa atribuem as altas à redução pelo governo federal da carga tributária para produtos desses dois segmentos. Eles também ressaltam como fator determinante a gradativa normalização da oferta de crédito.
Todos os outros segmentos avaliados pela pesquisa apresentaram melhora, com exceção de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, que registrou queda relevante de 1,9% ante abril. Na comparação com maio do ano passado, o índice registrou queda de 1,8%.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113069/em_noticia_interna.shtml

Inadimplência do consumidor sobe 23% em março, diz Serasa

A inadimplência dos consumidores cresceu 22,6% em março em relação a fevereiro, segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada nesta segunda-feira. De acordo com o levantamento, o indicador de inadimplência da pessoa física, baseado no critério do credor pesquisado, teve alta de 16,6% em março ante o mesmo período de 2008, e de 11,4% no acumulado deste ano até o mês passado, na comparação com o primeiro trimestre de 2008.

As dívidas com os bancos lideraram o ranking de representatividade da inadimplência dos consumidores nos três primeiros meses de 2009, com 43,4% do total. No mesmo período do ano passado, a participação das dívidas com bancos foi de 42,9%.Em seguida, ficaram as dívidas com cartões de crédito e financeiras, com 37,1% do total no acumulado de janeiro a março deste ano, ante 31,4% no primeiro trimestre de 2008. Em terceiro lugar, ficaram os cheques sem fundo, com 17,6% do total no primeiro trimestre de 2009, contra 23,4% no mesmo período de 2008. Por fim, os títulos protestados representaram 1,9% do total da inadimplência dos consumidores, com 1,9% de participação no primeiro trimestre, ante 2,3% no primeiro trimestre do ano passado.Segundo a Serasa Experian, o valor médio das dívidas com cartões de crédito e financeiras foi de R$ 386,86 no período de janeiro a março, o que representa um recuo de 13,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2008. Já o valor médio das dívidas com bancos foi de R$ 1.357,47 no primeiro trimestre do ano, equivalente a uma queda de 1,5% na mesma base de comparação.Por outro lado, o valor médio dos títulos protestados aumentou 11,9% no primeiro trimestre de 2009 ante o mesmo trimestre de 2008 para R$ 1.036,23. Da mesma forma, o valor médio dos cheques sem fundo cresceu 31,2% na mesma base de comparação para R$ 828,70 nos três primeiros meses de 2009.MotivosOs técnicos da Serasa Experian atribuíram o avanço da inadimplência da pessoa física à redução do nível de atividade econômica e ao desemprego localizado em alguns setores. Segundo o levantamento, as comparações com os períodos equivalentes do ano passado - quando a economia estava a pleno vapor - tornaram os resultados mais significativos.Já a alta na comparação entre março e fevereiro foi explicada parcialmente pelos técnicos da Serasa Experian a um efeito calendário, já que fevereiro teve um número de dias úteis inferior ao de março. "De qualquer forma, os primeiros três meses do ano são mais críticos para as finanças pessoais, agora agravadas com a crise. O nível atual da inadimplência deve ser monitorado, pois inadimplência em alta é sinônimo de juros mais altos", afirmaram.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/04/13/serasa+inadimplencia+do+consumidor+sobe+23+em+marco+5497941.html