Os preços ao consumidor na França registraram queda de 0,3% em maio na comparação com o mesmo mês do ano anterior, anunciou o Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (INSEE), que destacou que desde 1957 o país não registrava uma inflação anual negativa.
No entanto, em ritmo mensal, o índice de preços ao consumidor registrou alta em maio de 0,2%, mesmo valor do mês anterior.
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França tem inflação negativa pela primeira vez em mais de 50 anos
Ricardo Meper
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França dará ajuda de 5 bi de euros à Airbus via bancos
O Estado francês planeja injetar 5 bilhões de euros (6,5 bilhões de dólares) em bancos com o objetivo de financiar compras de aeronaves para ajudar a fabricante europeia de aviões Airbus, disse uma fonte do governo da França no domingo. "Há de fato um plano para emprestar 5 bilhões de euros aos bancos para financiar contratos da Airbus", disse a fonte, confirmando uma reportagem publicada mais cedo no jornal de negócios Les Echos.
http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/25/franca+dara+ajuda+de+5+bi+de+euros+a+airbus+via+bancos++fonte+3615950.html
França pode assumir participação em montadoras
A França pode oferecer assistência financeira para a abalada indústria de veículos do país em troca de participações nas montadoras, informou o ministro da Indústria do país, Luc Chatel, antes de reunião na terça-feira que deve anunciar medidas de amparo. O presidente francês Nicolas Sarkozy informou na quinta-feira que a França injetaria "muito dinheiro" na indústria de veículos do país, uma das maiores empregadoras da nação europeia. A ministra da Economia, Christine Lagarde, informou na semana passada que o governo deveria provavelmente anunciar medidas para impulsionar o capital das montadoras e melhorar o financiamento para compra de veículos. Mas Chatel informou em entrevista publicada nesta segunda-feira que nada foi decidido.
"As necessidades da montadoras não são necessariamente na forma de ampliar seu capital, mas em troca por nosso apoio financeiro, poderemos assumir participação no capital, em alguns casos, numa troca justa", afirmou Chatel ao jornal Le Figaro.
O governo deve se reunir com representantes da indústria de veículos na terça-feira e detalhar um plano para ajudar o setor diante de uma grande queda nas vendas gerada pela crise econômica e restrição ao crédito.
Outro jornal, o Le Parisien, publicou que o plano pode valer um total de entre 5 bilhões e 10 bilhões de euros.
"As necessidades da montadoras não são necessariamente na forma de ampliar seu capital, mas em troca por nosso apoio financeiro, poderemos assumir participação no capital, em alguns casos, numa troca justa", afirmou Chatel ao jornal Le Figaro.
O governo deve se reunir com representantes da indústria de veículos na terça-feira e detalhar um plano para ajudar o setor diante de uma grande queda nas vendas gerada pela crise econômica e restrição ao crédito.
Outro jornal, o Le Parisien, publicou que o plano pode valer um total de entre 5 bilhões e 10 bilhões de euros.
Ricardo Meper
RICARDO MEPER
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França pode assumir participação em montadoras
A França pode oferecer assistência financeira para a abalada indústria de veículos do país em troca de participações nas montadoras, informou o ministro da Indústria do país, Luc Chatel, antes de reunião na terça-feira que deve anunciar medidas de amparo. O presidente francês Nicolas Sarkozy informou na quinta-feira que a França injetaria "muito dinheiro" na indústria de veículos do país, uma das maiores empregadoras da nação europeia. A ministra da Economia, Christine Lagarde, informou na semana passada que o governo deveria provavelmente anunciar medidas para impulsionar o capital das montadoras e melhorar o financiamento para compra de veículos. Mas Chatel informou em entrevista publicada nesta segunda-feira que nada foi decidido.
"As necessidades da montadoras não são necessariamente na forma de ampliar seu capital, mas em troca por nosso apoio financeiro, poderemos assumir participação no capital, em alguns casos, numa troca justa", afirmou Chatel ao jornal Le Figaro.
O governo deve se reunir com representantes da indústria de veículos na terça-feira e detalhar um plano para ajudar o setor diante de uma grande queda nas vendas gerada pela crise econômica e restrição ao crédito.
Outro jornal, o Le Parisien, publicou que o plano pode valer um total de entre 5 bilhões e 10 bilhões de euros.
"As necessidades da montadoras não são necessariamente na forma de ampliar seu capital, mas em troca por nosso apoio financeiro, poderemos assumir participação no capital, em alguns casos, numa troca justa", afirmou Chatel ao jornal Le Figaro.
O governo deve se reunir com representantes da indústria de veículos na terça-feira e detalhar um plano para ajudar o setor diante de uma grande queda nas vendas gerada pela crise econômica e restrição ao crédito.
Outro jornal, o Le Parisien, publicou que o plano pode valer um total de entre 5 bilhões e 10 bilhões de euros.
França entrará em recessão em 2009, segundo instituto
Após um leve aumento do Produto Interno Bruto (PIB), de 0,1%, no terceiro trimestre de 2008, o Instituto Nacional de Estatística e Estudos Econômicos (INSEE) prevê uma queda de 0,8% no último trimestre, seguida de um recuo de 0,4% nos primeiros três meses de 2009.Segundo o INSEE, os primeiros efeitos do plano de reativação, de 26 bilhões de euros, anunciado no início de dezembro pelo presidente Nicolas Sarkozy, só serão sentidos no segundo trimestre, quando o PIB ainda cairá, 0,1%, somando três trimestres consecutivos de queda.Apesar do crescimento se manter positivo este ano (+0,8% contra 2,1% em 2007), existe um enorme risco de que 2009 termine com uma sensível queda do PIB.O INSEE prevê uma contração da atividade de 1,1% até o final de junho de 2009, e para o ano não ter um crescimento zero, "será preciso que a França registre avanço de 1,4% em cada um dos dois últimos trimestres do ano", destaca o chefe do departamento de Conjuntura do INSEE, Eric Dubois, avaliando que isto parece pouco provável.O governo francês segue contando com um crescimento de entre 0,2% e 0,5% para 2009, estimando que o plano de reativação permitirá evitar a recessão.
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