Mostrando postagens com marcador Ministro da Fazenda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministro da Fazenda. Mostrar todas as postagens

Volatilidade no câmbio deve permanecer até 2014, diz ex-presidente do BC

Ex-presidente do Banco Central e presidente do conselho da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, traçou cenário tenso para a economia até as eleições de 2014

Divulgação

"Daqui para a eleição é período de crescente volatilidade. E nas duas direções", afirmou Franco

O ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da Rio Bravo Investimentos, Gustavo Franco, traçou, há pouco, um cenário tenso e turbulento para a economia brasileira até as eleições de 2014, com volatilidade cambial e desconfiança do mercado financeiro sobre a macroeconomia do País. "Daqui para a eleição é período de crescente volatilidade. E nas duas direções, não apenas em uma, como o governo pensa", afirmou ele, após palestra no 6º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais, realizado pela BM&FBovespa, em Campos do Jordão (SP).

Para ele, fatores internos, como os números fiscais ruins, os protestos e a turbulência política, bem como a realização da Copa do Mundo em 2014, são os principais geradores da volatilidade. Uma parte menor viria do mercado internacional, com o possível fim da injeção de estímulos monetários nos Estados Unidos e a própria tensão de um ataque norte-americano à Síria.

Franco afirmou que falta clareza sobre o que o governo, o Banco Central e as autoridades brasileiras querem em relação ao câmbio e evitou defender abertamente o uso das reservas cambiais no mercado de dólar à vista. O ex-presidente do BC avaliou, no entanto, que uma das tensões do mercado é justamente a falta de ações no mercado pronto de dólar. "Não tenho como avaliar (venda de reservas) e quem está na cabine de comando avalia o armamento que pode utilizar. Mas temos quantidade enorme de reservas e o mercado pergunta por que tanta hesitação em usá-las."

Veja também: Política monetária do Banco Central visa segurar a alta do dólar

"Claro que o impacto no câmbio pronto é maior que venda de swap, quando o comprador só desembolsa 15%. Se vende no câmbio pronto, é o valor inteiro", explicou Franco. "Se o problema for volatilidade cambial, o instrumento certo seria fazer o que o México faz, trabalhando com opções de câmbio e não com swaps", opinou o ex-presidente do BC.

Franco tratou com ironia o termo "guerra cambial" utilizado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para justificar o fato de, no passado, o dólar cair a R$ 1,65. "A história da guerra cambial foi sucesso de público e não de critica", disse. "Assim como agora não fica bem às pessoas que zelam pelo poder de compra da moeda brasileira festejarem a perda de compra como uma vitória. É uma pequena impropriedade", completou.

Segundo o ex-presidente do BC, a desconfiança sobre a macroeconomia cresce diante das opiniões dúbias do governo. "É muito arriscado dizer que ultrapassamos a turbulência. A insegurança sobre a macroeconomia brasileira se estabeleceu e há uma hipersensibilidade no mercado", afirmou.

Franco considerou ainda que a alta de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2013 foi surpreendente e leva o mercado a reavaliar as estimativas de crescimento da atividade econômica neste ano. "O numero é bem vindo, surpreende diante dos indicadores que vieram antes e talvez a previsão do PIB fique mais para acima dos 2%, quando antes estava abaixo. É boa notícia, mas ainda será um PIB magrinho", concluiu.

http://economia.ig.com.br/2013-08-31/volatilidade-no-cambio-deve-permanecer-ate-2014-diz-ex-presidente-do-bc.html

Waldir Simão é o mais cotado para assumir Receita

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, retoma as atividades na segunda-feira com o desafio de apaziguar a corporação e definir o novo secretário da Receita Federal. O nome do presidente do INSS, Waldir Simão, continua como o mais cotado apesar das resistências a um nome de fora dos quadros da Receita.
Depois de demitir Lina Vieira, na semana passada, Mantega enfrentou a pressão dos superintendentes regionais que reagiram à demissão da secretária e ameaçaram com demissão coletiva. O episódio provocou desgaste político ao ministro, que foi criticado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter demitido Lina sem ter um substituto. Antes de sair de férias, Mantega montou uma solução paliativa para tentar amenizar a crise e indicou como interino da Receita o secretário adjunto, Otacílio Cartaxo.
A substituição da secretária se tornou um problema complexo porque é preciso definir um nome capaz de contentar os diversos grupos dentro da Receita. O presidente do Unafisco, Pedro Delarue, admite que Simão é um nome forte para assumir o cargo, mas alerta que ele poderá sofrer resistências dos superintendentes. "Ele representa o outro lado do poder. Simão é ligado ao Nelson Machado (secretário-executivo do Ministério da Fazenda). A Lina bateu de frente com ele e os superintendentes estão com ela", disse Delarue, que é identificado com o grupo do ex-secretário Jorge Rachid.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/07/25/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=120147/em_noticia_interna.shtml

Governo pode baixar IR de aplicações de renda fixa

A pressão política não deixou alternativa ao governo, que deve recuar da posição de alterar o rendimento das cadernetas de poupança. A alternativa mais provável, neste momento, é o Ministério da Fazenda reduzir a tributação do imposto de renda que incide sobre as aplicações em renda fixa. Com uma menor carga de impostos sobre os ganhos dos fundos de investimento e dos títulos públicos, o Planalto acredita que fica preservada a atratividade dessas aplicações financeiras e elimina o risco político dos ataques da oposição, que vinculou a discussão sobre a poupança ao confisco praticado pelo ex-presidente Fernando Collor
Embora essa seja a hipótese mais provável no momento, ainda não há uma decisão tomada. Se for realmente nessa direção, o governo claramente optará por uma solução paliativa, que não resolverá o problema de existir um piso de taxa de juros na economia brasileira, os 6% legalmente definidos para a caderneta de poupança. A área técnica do governo defende o fim do teto para o ganho real da poupança, alegando que, sem essa medida, há limites para a queda da taxa de juros básica da economia, a Selic. A proposta técnica defendida para eliminar essa distorção é a de vincular a poupança à variação da taxa Selic (em uma proporção de 65%), o que faria a caderneta ter uma rentabilidade flutuante
Tradicionalmente, o rendimento da poupança ficou abaixo dessa proporção. A ideia de reduzir o Imposto de Renda sobre as aplicações em renda fixa, como os fundos de investimento, e cobrar IR em aplicações de grande porte na poupança é vista como uma saída política que provavelmente evitaria a adoção de uma solução definitiva para o problema ainda neste governo. Salvo se o juro básico cair muito abaixo de 9% até 2010, possibilidade que deve ser considerada remota
Oposição
A proposta de reduzir a tributação sobre as aplicações em renda fixa foi colocada esta semana em debate sobre a caderneta de poupança promovido pelo PPS, partido que mais atacou os estudos do governo para modificar os ganhos da poupança. O economista Tony Volpon, da CM Capital Markets, que tem colaborado com o PPS afirma que essa seria uma alternativa para evitar mexer no rendimento da caderneta. Na quinta-feira, todos os partidos de oposição se uniram e se manifestaram contra modificação nas regras da poupança. Atualmente, as aplicações em renda fixa têm tributação de IR de acordo com o prazo. Investimentos de até seis meses têm tributação de 22,5%; entre 180 dias e um ano, de 20%; de um a dois anos, de 17,5%; e acima de dois anos, de 15%.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/09/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=109730/em_noticia_interna.shtml

Não há planos de novos cortes de impostos, segundo Mantega

Em visita a Nova York, o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que o governo não tem planos de fazer novos cortes de impostos, para estimular a economia. Segundo o ministro, também não há necessidade de estender a redução do IPI, pois dados recentes sugerem reação da indústria automotiva.
Entretanto, Mantega afirmou que o Brasil negocia com outros países sul-americanos para oferecer linhas de crédito a importadores de bens de consumo brasileiros
.

Mantega avalia efeitos da crise

Um dia após a divulgação da queda de 5,2% da produção industrial em novembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O encontro já estava agendado, mas a ameaça de recessão, reforçada ontem pelos dados do IBGE, tem potencial para alterar as expectativas dos agentes econômicos, o que preocupa o governo. Mantega se reúne com associações das indústrias de máquinas, de alimentos, automóveis, autopeças, material de construção, infraestrutura e indústrias de base. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o grupo Pão de Açúcar e o empresário Jorge Gerdau também estarão no encontro.Segundo assessores, o ministro quer ouvir avaliações da crise e o efeito das medidas do governo e as condições para que a economia continue girando em 2009.A pauta do encontro está aberta, mas o setor privado vai pedir novas medidas contra a crise. O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, por exemplo, pretende defender reforços para a construção. O próprio Mantega já informou que sua equipe estuda novas iniciativas para aquecer o mercado imobiliário, entre elas, aumentar de 600 mil para 900 mil o número de imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal.Outra proposta em estudo é a criação de um mecanismo que permita ao mutuário deixar de pagar prestações durante determinado período, caso fique desempregado.O setor de material de construção quer que o governo facilite a venda de seus produtos. O setor de infraestrutura defende um novo fundo de financiamento, com recursos dos fundos de pensão das estatais, para impedir que empreendimentos privados em execução sejam interrompidos.A ajuda adicional à construção civil faz parte do arsenal do governo para manter a economia aquecida nos próximos anos, principalmente no período mais crítico da crise, que é o primeiro semestre deste ano. O governo pretende também ampliar os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cujo total foi elevado dos R$ 504 bilhões inicialmente anunciados para R$ 1,1 trilhão.Outras frentes são os investimentos no pré-sal e a ampliação de aeroportos, metrôs e trens para a Copa de 2014. O Fundo Soberano, de R$ 14,2 bilhões, deverá dar suporte à iniciativas na área de infraestrutura. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/07/mantega+avalia+efeitos+da+crise+3239149.html

prazo para banco renegociar dívida deve aumentar

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje que o governo deverá prorrogar o prazo para os bancos concluírem a operacionalização da renegociação da dívida dos produtores rurais. Ao sair de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, Stephanes afirmou que "há uma decisão positiva" por parte do governo em relação a essa prorrogação e resta agora apenas estudar como ela acontecerá sob o ponto de vista jurídico. Os técnicos do governo irão analisar, por exemplo, se é possível fazer essa prorrogação por meio de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) ou não."A culpa não é dos agricultores. É uma questão operacional dos bancos", disse Stephanes em relação ao fato de que muitos bancos não conseguiram completar em 31 de dezembro o processo de renegociação. O ministro disse que, enquanto os bancos não concluírem o processo de análise de cada processo, os produtores que entraram com processo de renegociação serão considerados adimplentes, podendo, portanto, recorrer a novos financiamentos. Ele explicou que a prorrogação não significa que novos produtores poderão pedir a renegociação. É apenas um aumento do prazo para os bancos concluírem o processo, enfatizou.

Mantega concordou com ajuda a cooperativas, diz Stephanes

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, concordou com o pleito apresentado por ele de liberar R$ 2 bilhões para capital de giro das cooperativas agrícolas. "O crédito das cooperativas vai ser estudado nos próximos 10 dias para que seja definida qual será a fonte dos recursos", disse. Na quarta-feira, haverá uma reunião técnica para analisar a situação dos cafeicultores, que tiveram uma perda de renda maior devido aos preços baixos do produto e aos altos custos de produção.