O Senado dos EUA aprovou nesta quarta uma emenda que reverte parcialmente uma antiga restrição que impede que o Escritório de Prestação de Contas do Governo (GAO, na sigla em inglês) faça auditorias no Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). O GAO não tem poder para auditar o Fed há pelo menos 30 anos.
A medida permitirá que o GAO realize auditorias no Fed quando se tratar de ações de emergência do banco central norte-americano relacionadas a uma companhia ou parceria específica.
Hoje, o GAO pode, por exemplo, investigar as ações do Fed para facilitar a venda do banco Bear Stearns ou as medidas para socorrer a seguradora AIG, mas não tem poder para investigar os vários programas de apoio às finanças de uma ampla variedade de companhias, como o Programa de Crédito a Termo de Títulos Lastreados em Ativos (Talf, na sigla em inglês). As informações são da Dow Jones.
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Senado dos EUA aprova maior supervisão sobre o Fed
Ricardo Meper
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Senado americano aprova pacote anticrise
O Senado americano aprovou o pacote econômico bilionário proposto pelo governo Obama. Mais cedo, o secretário do Tesouro anunciou um plano de resgate aos bancos de um trilhão e meio de dólares. Mas alertou que a quantia pode não ser suficiente para salvar o mercado financeiro.
Timothy Geithner confirmou a criação de um fundo público-privado de 500 bilhões de dólares, que vai comprar ativos podres dos bancos. Além disso, o Tesouro promoverá ações voltadas ao crédito. No total, a quantia pode passar de dois trilhões de dólares. O secretário do Tesouro anunciou também que haverá mais rigor nas avaliações das empresas que receberem ajuda.
O Tesouro prevê ainda uma injeção de capital aos bancos de 350 bilhões de dólares, provenientes do pacote aprovado no fim do ano passado. E também um programa voltado ao setor imobiliário.
Em seguida, o Senado aprovou o pacote de 838 bilhões de dólares, em uma votação apertadíssima, por um voto. Agora, os senadores terão que discutir uma versão final do plano com a Câmara dos Representantes.
Timothy Geithner confirmou a criação de um fundo público-privado de 500 bilhões de dólares, que vai comprar ativos podres dos bancos. Além disso, o Tesouro promoverá ações voltadas ao crédito. No total, a quantia pode passar de dois trilhões de dólares. O secretário do Tesouro anunciou também que haverá mais rigor nas avaliações das empresas que receberem ajuda.
O Tesouro prevê ainda uma injeção de capital aos bancos de 350 bilhões de dólares, provenientes do pacote aprovado no fim do ano passado. E também um programa voltado ao setor imobiliário.
Em seguida, o Senado aprovou o pacote de 838 bilhões de dólares, em uma votação apertadíssima, por um voto. Agora, os senadores terão que discutir uma versão final do plano com a Câmara dos Representantes.
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