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Crise Alimentar na Argentina

A fome na Argentina

Desde os anos 1980, a Argentina vem enfrentando crises econômicas cíclicas que impactam diretamente a segurança alimentar da população. 

A situação agravou-se nos últimos anos devido a uma combinação de fatores internos e externos, incluindo a pandemia de COVID-19.

De acordo com o Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (ODSA-UCA), mais da metade da população argentina vive atualmente abaixo da linha da pobreza.

Dados do primeiro trimestre de 2024 revelam que 55,5% dos residentes em áreas urbanas estão nessa condição, com 17,5% abaixo da linha da indigência, incapazes de custear a cesta básica alimentar.

A fome na Argentina é um problema complexo, resultado de décadas de políticas econômicas inadequadas e crises recorrentes. 

As soluções exigem um esforço conjunto do governo, organizações civis e cooperação internacional para melhorar as condições de trabalho, estabilizar a economia e garantir a segurança alimentar para todos. 

No Brasil, é crucial monitorar e aprender com a situação argentina para evitar problemas semelhantes e fortalecer a resiliência regional.

A Argentina, conhecida mundialmente pela excelência de sua gastronomia e produção agropecuária, enfrenta um paradoxo devastador: a fome. Este artigo busca explorar em profundidade as raízes dessa crise, suas implicações sociais e econômicas, e discutir possíveis soluções para mitigar a insegurança alimentar que aflige milhões de argentinos. Abordaremos o contexto histórico, analisaremos os dados atuais, e refletiremos sobre os impactos e as políticas necessárias para reverter essa situação.

Contexto Histórico e Econômico

Desde a década de 1980, a Argentina tem enfrentado crises econômicas recorrentes que impactam diretamente a segurança alimentar da população. As políticas neoliberais implementadas nos anos 1970 resultaram em um aumento significativo da desigualdade e precariedade econômica. A crise econômica de 2001 marcou profundamente a sociedade argentina, levando milhões de pessoas à pobreza. Embora tenha havido períodos de recuperação econômica, a instabilidade persistente continua a afetar gravemente a segurança alimentar.

Impacto das Políticas Neoliberais

As políticas neoliberais, caracterizadas por privatizações e redução de gastos públicos, tiveram um efeito devastador sobre as camadas mais vulneráveis da população. A liberalização da economia levou à perda de empregos e à redução dos salários, criando um mercado de trabalho altamente fragmentado. As consequências dessas políticas ainda são visíveis hoje, com uma grande parte da população dependendo de programas assistenciais para sobreviver.

Estatísticas Alarmantes

Os números são alarmantes e revelam a gravidade da situação. De acordo com o Observatório da Dívida Social da Universidade Católica Argentina (ODSA-UCA), mais da metade da população argentina vive atualmente abaixo da linha da pobreza. Os dados do primeiro trimestre de 2024 indicam que 55,5% dos residentes em áreas urbanas estão nessa condição, com 17,5% abaixo da linha da indigência, incapazes de custear a cesta básica alimentar.

 Indicadores de Pobreza na Argentina

Indicador Valor (%)

População abaixo da linha da pobreza 55,5

População abaixo da linha da indigência 17,5

Crianças e adolescentes com insegurança alimentar 32,0

Insegurança alimentar grave 11,0

Aumento da Insegurança Alimentar

Os dados do ODSA-UCA revelam que no terceiro trimestre de 2023, 11 milhões de pessoas, quase um quarto da população, sofreram insegurança alimentar. Dentre estes, mais de 32% eram crianças e adolescentes, que tiveram que reduzir porções ou até mesmo saltar refeições. A insegurança alimentar grave, definida pela privação frequente do mínimo de alimentos necessários para evitar a fome, atingiu 11% da população, incluindo 14% dos menores de idade.

Causas da Insegurança Alimentar

Mercado de Trabalho Fragmentado

A estrutura do mercado de trabalho argentino é uma das principais causas da insegurança alimentar. Cerca de 50% dos empregos não cumprem as normas de seguridade social, sendo precários e mal remunerados. A informalidade e a instabilidade econômica forçam muitas famílias a dependerem de auxílios estatais e de organizações civis para suprir suas necessidades básicas.

Políticas Públicas e Assistência Social

A assistência social na Argentina inclui programas de distribuição de alimentos e transferências monetárias. Recentemente, o governo aumentou em 137% a verba para assistência social, com famílias vulneráveis recebendo entre 52.250 e 108.062 pesos argentinos por meio da Carta Alimentar. No entanto, a inflação galopante, que atingiu quase 290% em abril de 2024, reduz drasticamente o poder aquisitivo dessas transferências.

Impacto da Pandemia de COVID-19

A pandemia de COVID-19 exacerbou a crise alimentar na Argentina. A perda de empregos e a redução da renda familiar aumentaram a dependência de ajudas emergenciais e programas sociais. Embora tenha havido uma leve recuperação pós-pandemia, a situação voltou a se agravar no último ano. A pandemia também destacou as fragilidades do sistema de saúde e a falta de políticas eficazes para proteger os mais vulneráveis.

Análise do Mercado de Trabalho

A análise do mercado de trabalho argentino revela uma alta taxa de informalidade e empregos precários. Apenas uma pequena parcela dos trabalhadores tem acesso a benefícios de seguridade social, o que agrava a vulnerabilidade econômica das famílias. A falta de empregos estáveis e bem remunerados força muitas famílias a dependerem de trabalhos informais, que não oferecem segurança nem estabilidade financeira.

Medidas Adotadas pelo Governo

Em resposta às pressões sociais, o governo de Javier Milei iniciou a distribuição de 5 mil toneladas de alimentos próximos da data de expiração para cantinas sociais. Esta medida, embora necessária, expôs a fragilidade do sistema de armazenamento alimentar do país, levando a promessas de reformas nesse setor. A distribuição de alimentos é uma medida emergencial importante, mas não aborda as causas subjacentes da insegurança alimentar.

Programas de Assistência Social

Os programas de assistência social na Argentina têm desempenhado um papel crucial na mitigação da fome. Entre janeiro e maio, o governo aumentou significativamente a verba destinada à compra de alimentos. As famílias mais pobres, especialmente aquelas com crianças pequenas, recebem assistência por meio da Carta Alimentar, que busca garantir o acesso a alimentos básicos. No entanto, essa assistência enfrenta desafios devido à inflação desenfreada.

Políticas de Longo Prazo

Para combater a fome de forma eficaz, é necessário implementar políticas de longo prazo que melhorem as condições do mercado de trabalho e aumentem a estabilidade econômica. Políticas que promovam a criação de empregos formais e bem remunerados são essenciais para reduzir a dependência de programas assistenciais e garantir a segurança alimentar das famílias.

Impacto no Brasil e na Região

A crise alimentar na Argentina tem reflexos importantes para o Brasil e demais países da América Latina. A instabilidade econômica em um país vizinho pode afetar o comércio regional e aumentar a pressão migratória. Políticas de cooperação regional e assistência humanitária tornam-se essenciais para enfrentar desafios comuns.

Reflexos Econômicos

A crise argentina pode impactar negativamente as exportações brasileiras para o país vizinho, uma vez que a redução do poder aquisitivo dos argentinos diminui a demanda por produtos importados. Além disso, a instabilidade política e econômica na Argentina pode gerar um efeito de contágio na região, afetando a confiança dos investidores e a estabilidade econômica dos países vizinhos.

Pressão Migratória

A deterioração das condições de vida na Argentina pode aumentar a pressão migratória, com mais argentinos buscando melhores oportunidades em países vizinhos, incluindo o Brasil. Essa migração pode gerar desafios adicionais para o Brasil, que precisará integrar esses migrantes em sua sociedade e mercado de trabalho.

Cooperação Regional

Para enfrentar os desafios comuns, é essencial que os países da América Latina colaborem em políticas de assistência e desenvolvimento econômico. A criação de programas regionais de segurança alimentar e desenvolvimento sustentável pode ajudar a mitigar os impactos da crise argentina e promover a estabilidade econômica na região.

A fome na Argentina é um problema complexo e multifacetado, resultado de décadas de políticas econômicas inadequadas e crises recorrentes. As soluções exigem um esforço conjunto do governo, organizações civis e cooperação internacional para melhorar as condições de trabalho, estabilizar a economia e garantir a segurança alimentar para todos. No Brasil, é crucial monitorar e aprender com a situação argentina para evitar problemas semelhantes e fortalecer a resiliência regional.

Fontes consultadas:

Universidade Católica Argentina (ODSA-UCA)

Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec)

Plataforma de verificação Chequeado

Economia argentina ficou estacionada em maio, pela primeira vez desde 2002

A economia argentina registrou variação nula (0,0%) em maio em relação a igual período de 2008, no primeiro mês sem registro de crescimento desde novembro de 2002, informou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC).

Os dados do organismo oficial contrastam com a opinião de economistas e consultoras privadas, segundo a qual a Argentina já entrou mês passado em recessão.
A Estimativa Mensal de Atividade Econômica (EMAE) mostrou em maio uma variação de 0,0% e um avanço de 0,1% em comparação com abril, segundo o INDEC.
O EMAE é divulgado pelo INDEC todos os meses, antecipando a evolução do PIB informada trimestralmente.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/07/17/economia+argentina+ficou+estacionada+em+maio+pela+primeira+vez+desde+2002+oficial+7362935.html

Produtos mineiros somem do mercado argentino

A participação dos produtos mineiros no mercado de consumo da Argentina foi a que mais caiu de janeiro a maio, entre os 10 principais destinos das exportações do estado, conforme levantamento divulgado quinta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). A receita de Minas com as vendas ao país vizinho minguou 47,25%, ao somar US$ 329,5 milhões, frente aos US$ 624,5 milhões apurados nos primeiros cinco meses de 2008.
A receita menor de vendas para a Argentina não foi influenciada só por mercadorias como calçados e tecidos, mas também pelas vendas de automóveis, reflexo da crise financeira mundial. Houve queda nas exportações de Minas para outros cinco parceiros importantes do comércio do estado com o exterior: Estados Unidos, Holanda, Itália, Japão e Alemanha. As vendas externas mineiras somaram US$ 7,37 bilhões de janeiro a maio, cifra 10,55% inferior aos mesmos meses do ano passado.
O fraco desempenho já havia sido observado no primeiro trimestre, em função do expressivo peso das exportações na economia mineira, observa a pesquisadora Elisa Maria Pinto da Rocha, da Fundação João Pinheiro. “Embora a queda das exportações tenha se aprofundado nos últimos meses, a retração em Minas tem sido menos intensa, na comparação com outros estados”, afirma. A queda méda das vendas externas brasileiras chegou a 23%, puxada pelas reduções das exportações de São Paulo (28,9%), Rio Grande do Sul (26%), Paraná (28%), Santa Catarina (23%), Espírito Santo (20,6%) e Rio de Janeiro (32,7%).
A retração menos intensa das exportações de Minas se explica justamente pela concentração de produtos do estado embarcados à China. Maior importador do estado, o país asiático comprou US$ 1,96 bilhão de janeiro a maio, representando, ao contrário do que se poderia esperar, crescimento de 47,62% ante o resultado dos primeiros cinco meses de 2008. Segundo Elisa Rocha, a recuperação da fatia do mercado chinês se deu, basicamente, no comércio de minério de ferro, carro-chefe das vendas externas de Minas. Na direção oposta, da lista das 10 maiores empresas exportadoras de Minas, as maiores quedas de faturamento no exterior foram observadas para grandes indústrias siderúrgicas: a antiga Acesita (Arcelor Mittal Inox), com redução de 60,03%, e o grupo Gerdau, que vendeu 51,5% menos no mercado internacional de janeiro a maio.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/18/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=115085/em_noticia_interna.shtml

Bird empresta US$ 3,3 bilhões à Argentina para plano social

O Banco Mundial (Bird) anunciou nesta terça-feira a aprovação de um plano de três anos para a Argentina no valor de 3,3 bilhões de dólares para investimentos em projetos sociais, de modo a permitir ao país enfrentar, assim, as sequelas da crise econômica mundial.
Os dois primeiros projetos com financiamento aprovado são os de saneamento da bacia Matanza-Riachuelo, cuja contaminação afeta 3,5 milhões de pessoas, que receberá 840 milhões de dólares, e outro de ajuda a desempregados, estimado em 450 milhões de dólares, diz um comunicado do Banco.
"Estamos trabalhando com a Argentina no contexto da crise econômica global, contribuindo para que o país comece a enfrentar desafios de crescimento sustentável de longo prazo", informou Pedro Alba, diretor do Bird para Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.
O plano que se prolongará até 2012, chamado Nova Aliança Estratégica, é baseado em três objetivos: crescimento sustentado com igualdade, inclusão social e melhoria na gestão governamental, assinalou o Bird.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/09/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113902/em_noticia_interna.shtml

Empresa argentina abrirá fábrica em Pernambuco com crédito do BNDES

A empresa argentina Indústrias Metalúrgicas Pescarmona S. A. (IMPSA) obteve um crédito de R$ 30,7 milhões (US$ 13 milhões) junto ao BNDES para abrir uma fábrica de equipamentos de geração de energia eólica na cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.

O crédito foi obtido pela Wind Power Energia, subsidiária brasileira da IMPSA.

Em nota enviada à Bolsa de Buenos Aires, a empresa disse que o prazo do empréstimo é de dez anos, com uma taxa anual de 9%, em reais.

A fábrica fornecerá equipamentos a 13 parques eólicos nas regiões sul e nordeste do Brasil.

Superávit sobre Argentina cai 70%

O superávit comercial do Brasil com a Argentina está caindo por causa da crise econômica interna argentina, agravada pela turbulência global. Segundo relatório da consultoria Abeceb, em dezembro, o superávit brasileiro com o mercado argentino foi de US$ 64 milhões, o menor desde 2004 - uma queda de 70% em relação a dezembro de 2007.

As vendas para a Argentina no mês alcançaram US$ 936 milhões - uma queda de 25,3% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Dezembro foi o 67.º mês consecutivo de superávit brasileiro com a Argentina, mas o quinto de encolhimento da balança comercial. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/01/07/superavit+sobre+argentina+cai+70+3239133.html


Argentina recorre a obras públicas e incentivos contra crise

O governo argentino soma um plano de obras públicas, de 71 bilhões de pesos (20,7 bilhões de dólares), e a expectativa de criar 400.000 postos de trabalho à bateria de incentivos anunciados nas últimas semanas, para prevenir uma desaceleração da economia. O anúncio do "Plano Argentino de Obras Públicas" foi antecipado, em 26 de novembro, para empresários do setor de construção, por parte da presidente Cristina Kirchner, que revelará seu conteúdo nesta segunda-feira de manhã, na residência oficial, pouco antes de viajar para a Cúpula do Mercosul, no Brasil.A presidente disse que o programa é "o instrumento mais apto para um momento em que uma situação excepcional demanda respostas excepcionais".Segundo Kirchner, mais do que evitar demissões na construção civil, o plano elevará de 362.000 para 770.000 o número de vagas.A imprensa local antecipou neste domingo que o programa se concentrará em obras de infra-estrutura, energia e transporte - em alguns casos já anunciadas - e que, em sua maioria, alcançarão seu maior nível de atividade entre 2009 e 2010.O plano inclui um capítulo de "melhoria do hábitat social", que inclui escolas, hospitais e saneamento básico.O programa se soma à série de decisões do governo destinadas a amenizar o impacto da crise financeira iniciada nos Estados Unidos.O Executivo também pretende enviar ao Congresso, nesta segunda, um projeto para reduzir os impostos sobre o salário.Na quinta-feira, a presidente anunciou a concessão de 500 milhões de pesos (145 milhões de dólares) em créditos para promover o turismo e o consumo, com o objetivo de beneficiar cerca de seis milhões de trabalhadores que usam cartões de débito."O que se busca, com essas medidas, é, fundamentalmente, apoiar o consumo. Isso não é uma idéia que apenas nós apoiamos, é algo que está acontecendo em todo o mundo", disse a presidente. "A idéia é incentivar toda a atividade econômica e todas as regiões do país", acrescentou.Cristina Kirchner já havia anunciado outros incentivos de 3,8 bilhões de dólares para a produção industrial e agrária, consumo e exportações.Há uma semana, a ministra da Produção, Débora Giorgi, anunciou um plano de financiamento subsidiado da compra do primeiro automóvel, visando a agregar pelo menos 100.000 unidades à demanda e com o compromisso das fábricas do setor de não demitir.

Argentina lança pacote para combater a crise

O governo da Argentina lançou um pacote de quase quatro bilhões de dólares para combater a crise econômica. O plano pretende manter os empregos e estimular a produção e o consumo internos.O pacote, anunciado pela presidente, Cristina Kirchner, prevê recursos de crédito para a indústria de eletrodomésticos e para as montadoras de automóveis. Além de recursos para pequenas e médias empresas. Para liberar os créditos a taxas de juros fixas, o governo exige que os empresários não demitam. Segundo a imprensa local, entre as fontes dos recursos para o pacote está o dinheiro dos fundos de pensão e aposentadorias, estatizados há um mês. Cristina também anunciou a redução de impostos para exportações de trigo e milho.

Drible na crise dos craques: Brasil e Argentina, ou Argentina e Brasil

Atualmente existe um comércio entre Brasil e Argentina que ultrapassa os R$ 55 bilhões (58,98 bilhões de reais, precisamente), quantia essa que a partir da data de 06 de outubro de 2008 passa a ser realizada em pesos e reais, sem a utilização dos tradicionais dólares.

Essa forma de comércio bilateral é tradicional entre os países, porém sempre assegurada pelos dólares americanos.

Nesse novo modelo, a sigla S.M.L. representará o "Sistema de Pagamentos em Moeda Local" (SML).

Claramente temos aqui um marco histórico, que mostra o caminho mais visível das atitudes políticas latinas locais, em resposta à crise americana.

Agora, o presidente brasileiro, certamente deve empenhar-se em reduzir as barreiras aduaneiras, para liberar o comércio até o lado do oceano pacífico.
Que tal até uma zona de livre comércio entre os dois lados do continente, liberando uma rota dentro do continente latino com pouca burocracia e bons lucros para ambos os lados da fronteira e nosso queridos orientais. E claro, com uma pitadinha a mais em energia e ferrovias, certamente o tão chamado Brasil Ordem e Progresso aconteça.