O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, pediu hoje aos representantes das centrais sindicais um novo estudo para saber quais os setores que estão em dificuldades devido à crise financeira internacional. O grupo de sindicalistas, liderado pelo presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), pediu a ampliação das parcelas do seguro-desemprego. Pela legislação atual, o seguro-desemprego é pago de três a cinco parcelas, dependendo do tempo de trabalho registrado em carteira. Desde o final de março, no entanto, já está valendo a ampliação em mais duas parcelas do seguro-desemprego para alguns setores, entre eles, o metalúrgico. O grupo que esteve hoje com o ministro pediu a ampliação para doze do número de parcelas e argumentou que, segundo estudos do Dieese, em média, as pessoas demoram 36 semanas para conseguir uma nova recolocação no mercado de trabalho.De acordo com Paulo Pereira da Silva, o ministro pediu que o estudo seja entregue até o dia 15 de maio, quando acontecerá uma nova reunião do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
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