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GM demite centenas de funcionários por telegrama na véspera de Natal

Cortes ocorreram na fábrica de São José dos Campos; montadora afirma que medida foi acordada com trabalhadores, mas sindicato questiona

Divulgação
Vista aérea do complexo da GM de São José dos Campos
A General Motors demitiu centenas de trabalhadores por telegrama no último fim de semana do ano na fábrica de São José dos Campos (SP). Os demitidos eram da linha de montagem de veículos de passageiros (conhecida como MVA), onde era fabricado o modelo Classic.
Os trabalhadores receberam telegramas informando que a partir do dia 31 de dezembro eles estarão demitidos, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Antonio Ferreira de Barros.
Barros disse que o sindicato não foi comunicado das demissões e que vai entrar na Justiça do Trabalho pedindo o cancelamento dos cortes. Segundo ele, a fábrica está promovendo "demissão em massa".
O presidente do sindicato não sabe quantos trabalhadores estariam sendo cortados. Mas, de acordo com ele, a linha de produção do Classic empregava 750 pessoas, sendo que 304 já teriam aderido ao programa de demissão voluntária.
O restante, segundo o sindicato, estava em licença remunerada. No dia 23 de dezembro, eles foram informados pela empresa que iniciariam um período de férias coletivas entre os dias 2 e 20 de janeiro.
"A decisão da companhia nos pegou de surpresa", disse Barros.
"Estamos cumprindo o acordo assinado com o sindicato em janeiro deste ano", afirmou o diretor de Assuntos Institucionais da GM, Luiz Moan. Segundo ele, as demissões fazem parte do fim da linha de produção do MVA em São José dos Campos. Moan não soube precisar o número de demitidos.
Em nota, a GM informou que, "conforme o acordo de 28 de janeiro de 2013, com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a GM comunica o encerramento das atividades da linha de montagem de veículos de passageiros (conhecida como MVA) ao final de dezembro de 2013".
O presidente do sindicato lembrou que a demissão dos trabalhadores ocorre quatro dias após o governo ter decidido voltar com a cobrança, de forma gradual, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Segundo Barros, a volta da cobrança do imposto em duas etapas – e não imediatamente – estaria vinculada ao compromisso de manutenção de empregos por parte das montadoras. Esse será o argumento do sindicato para contestar judicialmente as demissões. Na sua avaliação, com os cortes na GM esse compromisso teria sido quebrado.
No caso do carro popular, a alíquota a partir de janeiro passa de 2% para 3% e, em julho sobe para 7%.

    GM prevê vender mais de 2 milhões de veículos na China

    O presidente e diretor geral da General Motors (GM) para a China, Kevin Wale, disse hoje que a companhia espera vender mais dois milhões de veículos na China neste ano. O executivo afirmou que a expectativa da multinacional norte-americana para o mercado chinês é de crescimento de 10% a 15%, em relação ao ano passado.

    Em 2009, as vendas da GM na China saltaram 67% para 1,83 milhões de unidades, impulsionadas por medidas de apoio do governo, incluindo o corte nos impostos para compra de pequenos veículos.
    Analistas dizem que os incentivos podem ser retirados neste ano e projetam o arrefecimento das vendas em 2010 em todo o mercado. Ainda assim, Wale aposta no aumento das vendas do seu carro comercial mini, de joint venture SAIC-GM-Wuling Automobile. Ele disse ainda que a joint venture lançara novos modelos neste ano, mas não detalhou os planos.

     

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/23/gm+preve+vender+mais+de+2+milhoes+de+veiculos+na+china+9374526.html

    Unidade da GM em Gravataí vai produzir modelo popular

    O novo carro que a montadora General Motors (GM) vai produzir em sua fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul, deve ser um modelo de baixo custo, mais barato que o Celta, hoje vendido por R$ 25 mil. O projeto, ainda em fase de desenvolvimento, deverá marcar a estreia do primeiro veículo com tecnologia coreana, que passará a ser adotada pela montadora no país.
    A confirmação da nova família de produtos, prevista para as próximas semanas, esbarra, porém, na liberação, esperada pela direção da montadora brasileira, de linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de outros bancos. A GM já espalhou consultas por diversas instituições financeiras, públicas e privadas.
    Até agora, os produtos da marca, na sua maioria, eram desenvolvidos na Europa, pela Opel - que teve a maior parte de suas ações vendida para a fabricante de autopeças canadense Magna e para o grupo russo Sberbank -, e no próprio País, casos dos modelos Celta, Meriva e Montana.
    O BNDES confirmou, na semana passada, que analisa pedidos de financiamento da empresa. Entre analistas, há dúvidas sobre a viabilidade de emprestar dinheiro para uma companhia cuja matriz americana está em concordata.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/07/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113554/em_noticia_interna.shtml

    GMAC obtém US$ 4,5 bi com emissão de dívida garantida

    A financeira GMAC, que tem como sócias a General Motors (GM) e a empresa de private equity Ceberus Capital, informou hoje que conseguiu fechar os termos de uma emissão de dívida no valor de US$ 4,5 bilhões. Os papéis, que tem prazo de vencimento em dezembro de 2012, contam com a garantia de Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), entidade do governo dos EUA que garante os depósitos bancários naquele país. Do total da emissão, US$ 3,5 bilhões terão juros fixos e o restante juros flutuantes.

    (Valor Online, com agências internacionais)

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/06/03/gmac+obtem+us+45+bi+com+emissao+de+divida+garantida+6526930.html

    Venda da GM nos EUA sobe de abril para maio, mas fica 30% abaixo de 2008

    As vendas da General Motors nos Estados Unidos em maio cresceram 11% em maio em relação a abril, mas caíram 30% na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou hoje a montadora.

    A GM disse que, em maio, vendeu 191.875 veículos, seu melhor resultado em 2009.

    "Fomos capazes de registrar nosso melhor mês de vendas em maio à medida que vemos mais sinais positivos no mercado", afirmou o vice-presidente da GM para Vendas e Marketing na América do Norte, Mark LaNeve.

    "Esses sinais, junto com os esclarecimentos sobre a nova GM, estão dando mais confiança ao consumidor", acrescentou LaNeve.

    Os números das vendas de maio foram apresentados um dia depois de a GM ter entrado em concordata e de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter dito que confia na recuperação da empresa a longo prazo.

    A GM disse que as vendas de carros no mês passado caíram 38%, para 81.009 unidades. Já as de caminhonetes (que incluem veículos 4x4, monovolumes, picapes, furgões e caminhonetes) tiveram uma contração de 22% e totalizaram 110.866 unidades.

    Ford

    Também nesta terça-feira a Ford informou que as vendas tiveram uma queda de 24% em maio, na comparação com idêntico mês do ano passado. Sobre abril, no entanto, houve um incremento de 20%. A Ford é a única entre as três gigantes do setor automobilístico --Chrysler e General Motors são as outras- que não está sob a proteção do "Capítulo 11" (o capítulo da legislação dos EUA para falências).

    A empresa afirma que foram vendidos 161.197 veículos, com destaque o crescimento de 9,4% nas vendas do Ford Fusion. A diretoria da companhia afirma que atingiu "a maior participação de mercado em três anos" com a oferta de novos modelos, sem atribuir ou mencionar a situação delicada dos concorrentes, em seu comunicado ao mercado.

    A montadora americana também revelou que, no final de maio, dispunha de um estoque de 350 mil unidades, uma cifra 41 mil veículos mais baixa do que o registrado em abril e 210 mil unidades inferior ao contabilizado no final de maio do ano passado.

    A Ford tinha como meta produzir 460 mil veículos no terceiro trimestre, um aumento de 42 mil unidades se comparado à produção contabilizada no mesmo período no ano passado.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u575475.shtml

    Lupi reclama de empresários que 'têm visão pequena'

    O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Luppi, criticou nesta terça-feira os anúncios recentes de demissões nos setores de mineração e siderurgia. Reclamando de empresários que "têm uma visão muito pequena", Luppi disse que há segmentos no país que "só têm o objetivo, o princípio do lucro". Após um encontro com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), o ministro foi questionado sobre os cortes anunciados pela Usiminas e Vale na semana passada.
    "Está havendo muitos exageros também. Porque alguns setores empresariais dessa área que você coloca (siderurgia e mineração) eles só têm o objetivo, o princípio do lucro", afirmou Luppi. "Na hora que diminui o lucro, a primeira coisa que fazem é demitir o trabalhador.
    A Vale informou que irá demitir entre 250 e 300 funcionários a partir deste mês. Os afetados pela decisão seriam trabalhadores aposentados que ainda continuam na empresa ou empregados próximos da aposentadoria. Já a Usiminas anunciou o desligamento de 810 funcionários das usinas de Ipatinga (MG), Cubatão (SP) e da sede da empresa, em Belo Horizonte.
    "É claro que temos consciência que tem dificuldades nessa área. Mas, por exemplo: China voltou a encomendar pesado a partir do final de março e abril; os Estados Unidos também estão voltando a encomendar; os carros nacionais estão vendendo bem, com isso precisa-se mais de aço para a fabricação de automóveis, para toda siderurgia", observou, ressaltando que o governo precisa ter "muita tranquilidade". "Porque alguns empresários têm uma visão muito pequena. Às vezes, estão matando a galinha dos ovos de ouro deles.
    O ministro manteve o discurso otimista e a previsão de criação de um milhão de empregos formais no Brasil até o final do ano. "Minha previsão é de um milhão, mais de um milhão de empregos formais esse ano e mais de 2% de crescimento do PIB. Vocês estão gravando, estão me ouvindo e em dezembro vamos tirar a dúvida. Se os pessimistas estão certos ou se que aqueles que trabalham para o Brasil crescer estão certos".
    GM

    Para Luppi qualquer crise preocupa, porém não há nenhum indicativo de que o pedido de concordata da GM nos EUA possa gerar impactos negativos em sua unidade no Brasil. "A crise da GM não é no Brasil, onde está vendendo muito carro. A crise da GM é internacional. Agora, cada empresa em cada Estado tem sua autonomia. Aqui no Brasil está a (fábrica) que mais vende carro no mundo da General Motors", destacou.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112939/em_noticia_interna.shtml

    GM manterá os empregos no Brasil até o final de junho

    Depois da concordata da matriz da GM nos Estados Unidos, a unidade brasileira será mais independente financeiramente, na opinião do presidente da montadora no Brasil, Jaime Ardila. Ele lembrou que a empresa dispõe de reforços para se manter e não espera receber ajuda ou socorrer a matriz nos próximos cinco anos. "Não vamos receber nada [da matriz] e não vamos dar nada [a ela] nos próximos anos", destacou.
    Ardila afirmou que a empresa pretende manter o número atual de empregos - cerca de 21 mil - pelo menos até o final do mês, quando expira o acordo com o governo federal que possibilitou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros novos.
    O fornecimento de peças para reposição e a manutenção da linha atual de modelos também estão garantidos, disse Ardila. Estão mantidos também os investimentos previstos até 2012, da ordem de US$ 1,5 bilhões.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112869/em_noticia_interna.shtml

    Metalúrgicos da GM pedem dois anos de estabilidade

    Representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) reivindicam a estabilidade no emprego dos 9 mil trabalhadores da fábrica da General Motors (GM) no município por até dois anos. O pedido foi apresentado em uma reunião nesta quarta-feira para diretores de Recursos Humanos (RH) locais e da matriz brasileira, de São Caetano do Sul, no ABC paulista. O encontro foi pedido depois da entrevista à imprensa nessa terça, quando o presidente da GM no Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, falou do atraso nos investimentos na linha de produção por conta da crise financeira global da montadora, que essa semana pediu concordada nos Estados Unidos.
    Segundo o presidente do Sindicato de São José dos Campos filiado à Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas), Vivaldo Moreira Araújo, a categoria quer transparência nos valores anunciados para investimentos no Brasil. Em junho do ano passado, a multinacional divulgou que a unidade de São José dos Campos receberia o aporte de US$ 500 milhões para produção de dois dos cinco novos modelos que pretendia lançar no País até 2012. "O novo carro seria lançado em 2010. Queremos saber o cronograma real, porque anunciam que somos independentes dos Estados Unidos mas cada vez mais constamos o contrário", criticou.
    O sindicalista quer que a GM assine um acordo de estabilidade, diante das afirmações feitas pelo presidente da GM de que a crise da matriz norte-americana não afetará o Brasil. Durante essa semana serão feitas assembleias informativas com a categoria, enquanto a diretoria do sindicato aguarda uma nova data para negociação que deverá ser agendada pelo RH da GM. "O diretor de RH, Arthur Bernardes, vai levar nossa pauta para o presidente da montadora e marcar um outro encontro", disse Vivaldo Araújo.
    O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos disse que a entidade vai organizar uma campanha para nacionalização da GM e que espera contar com o apoio do sindicato que representa as demais unidades, que ficam em São Caetano do Sul, Gravataí (RS) e Mogi das Cruzes (SP).
    Em São José dos Campos são produzidos cerca de 800 veículos por dia dos modelos Corsa, S-10, Meriva, Zafira e Blazer. No dia 1º de junho, 170 trabalhadores deveriam voltar de licença remunerada desde janeiro, mas o período foi renovado até 1º de julho, segundo Vivaldo Araújo. "Também reivindicamos o retorno imediato desse grupo", acrescentou. A assessoria de imprensa da GM informou que não se manifestaria sobre os assuntos.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113097/em_noticia_interna.shtml

    GM do Brasil terá de buscar novas formas para sobreviver

    A General Motors (GM) do Brasil terá de buscar novas formas de financiamento e recorrer mais aos fundos governamentais, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para garantir projetos no País. Sem o apoio da matriz norte-americana, que na prática passa a ser uma empresa estatal, os desafios de manutenção da subsidiária serão maiores. O mesmo deve ocorrer com filiais como a da China e de outras regiões não incluídas na concordata anunciada na segunda-feira pela empresa nos Estados Unidos.
    "Todas terão de se virar para sobreviver, pois talvez não haverá mais matriz para socorrê-las", diz Paulo Cardamone, responsável no Brasil pelo escritório da consultoria norte-americana CSM Worldwide. Apesar de nos últimos anos ter mais enviado dividendos do que recebido, a GM brasileira sempre contou com apoio da matriz nos seguidos períodos de prejuízos que registrou antes de 2004, quando passou a ter resultados positivos. "Certamente, a partir de agora ela terá menos suporte financeiro da nova GM", afirma Cardamone.
    O consultor acha que, por ser rentável, a filial brasileira não terá dificuldades em obter crédito local. Ele aposta na capacidade da engenharia brasileira em desenvolver novos projetos, mas reconhece que "começar do zero para criar um carro não é fácil". O Brasil tem tecnologia para isso, avalia o consultor, mas o custo de um projeto inteiro é alto e o desenvolvimento pode levar muito mais tempo.
    Cardamone acredita que, por ter mais afinidades com os produtos desenvolvidos pela GM na Europa, na divisão Opel, a GM do Brasil terá condições de manter acordos com a autopeça canadense Magna, que junto com um grupo de investimentos russo ficou com a maior parte das ações da companhia.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112818/em_noticia_interna.shtml

    GM e Chrysler defendem fechamento de concessionárias e demissões

    Os executivos da General Motors (GM) e da Chrysler, duas empresas com problemas financeiros, afirmaram hoje perante um Senado cético que o fechamento de mais de duas mil concessionárias e a demissão de milhares de empregados é "difícil e doloroso", mas essencial para a sobrevivência delas a longo prazo.

    O presidente e principal executivo da GM, Fritz Henderson, e o dirigente da Chrysler, James Press, foram hoje ao Comitê de Comércio do Senado para explicar os planos de viabilidade das empresas e como pensam em ajudar as concessionárias afetadas pelo fechamento.
    A falência das duas empresas coloca em risco concessionárias que, em seu conjunto, empregam mais de 100 mil pessoas em todo o país.
    O processo de reestruturação é "difícil e doloroso", mas ajudará a viabilidade da GM e a meta de ter "menos concessionárias, mas mais fortes", afirmou Henderson no início da audiência.
    Ele explicou que a General Motors não tinha outra opção, já que a empresa tem enfrentado, nas últimas duas décadas, uma competição forte no exterior e problemas associados com a volatilidade do mercado energético.
    A realidade que a companhia enfrenta agora é inegável: a empresa deve se reinventar, embora isso represente grandes sacrifícios "para toda a família da GM", incluindo as concessionárias, explicou o presidente da montadora automobilística.
    A empresa conta com aproximadamente seis mil concessionárias nos Estados Unidos, em comparação com 1.240 da Toyota e 3.358 da Ford.
    Segundo Henderson, a General Motors prevê ficar com entre 3.500 e 3.800 até o fim de 2010, e parte do fechamento das concessionárias se deve a que a empresa eliminará ou venderá as marcas de Hummer, Pontiac, Saab e Saturn.
    O presidente e principal executivo da GM insistiu em que, mesmo com os cortes, a companhia terá "a maior e mais extensa rede de concessionárias do país, inclusive maior que qualquer" das "rivais", como Toyota, Honda, Nissan, Ford e Chrysler.
    A Chrysler, que em 1992 contava com 4.923 concessionárias, pensa em fechar 789 até terça-feira, do total de 2.392 que possui agora.
    Press fez um mea culpa às concessionárias ao ressaltar que "a última coisa que a Chrysler gostaria é se declarar em falência", mas que o plano de reestruturação da empresa "é necessário para salvar a companhia".
    Em tempos de uma "depressão para a indústria automotiva", a concessionária que não vende muitos veículos termina sendo um peso para a empresa, e acrescentou: "porque se eles não vendem, nós também não".
    A Chrysler, que perde US$ 100 milhões diariamente, tenta amortecer o golpe para as concessionárias afetadas através de um plano que facilite a redistribuição do estoque de veículos que não tenham sido vendidos antes do "Dia D".
    Na mesma audiência, John McEleney, presidente da Associação Nacional de Concessionárias de Automóveis (NADA, na sigla em inglês), criticou as drásticas medidas das duas empresas, diante das vendas fracas.
    A GM e a Chrysler, outrora líderes mundiais no setor automotivo nas décadas de 1940 e 1950, perderam uma participação substancial de mercado devido à concorrência exterior. Agora, após declarar falência, enfrentam uma luta existencial a longo prazo.
    O presidente do Comitê, Jay Rockefeller, e outros líderes do Senado consideraram injusto que o Governo tenha recorrido ao resgate da GM, para que agora esta e a Chrysler abandonem "sem aviso prévio e sem ajuda" seus clientes e as concessionárias.
    Das Três Grandes de Detroit, só a Ford não pediu ajuda federal, nem se declarou em quebra.
    O Governo de Washington terá participação majoritária (60%) na General Motors, que prevê sair da quebra transformada em uma empresa "menor, mais ecológica e mais eficiente" em um prazo de entre 60 e 90 dias.
    Um tribunal federal aprovou a venda da maioria dos ativos da Chrysler à italiana Fiat, embora alguns credores tentem frear o processo nos tribunais.
    A GM divulgou hoje um anúncio no qual promete que sairá mais forte da crise, e pede a confiança dos clientes.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/06/03/gm+e+chrysler+defendem+fechamento+de+concessionarias+e+demissoes+6526919.html

    Juiz autoriza ajuda pública de US$ 33,3 bilhões para a GM

    A montadora General Motors (GM), que pediu concordata na segunda-feira, recebeu a autorização de um juiz de falências para ter acesso a um empréstimo dos governos americano e canadense de 33,3 bilhões de dólares.
    O juiz Robert Gerber, responsável pelo caso, deu na madrugada desta terça-feira o aval para o uso imediato de metade da ajuda pública - US$ 15 bilhões - para cobrir as necessidades de capital, o que inclui o pagamento de salários e dos fornecedores, informa a GM em um comunicado.
    A GM planeja fechar ou reduzir 14 fábricas e suprimir 21.000 postos de trabalho até o fim de 2009.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=112846/em_noticia_interna.shtml

    Venda da GM nos EUA sobe de abril para maio, mas fica 30% abaixo de 2008

    As vendas da General Motors nos Estados Unidos em maio cresceram 11% em maio em relação a abril, mas caíram 30% na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou hoje a montadora.

    A GM disse que, em maio, vendeu 191.875 veículos, seu melhor resultado em 2009.

    "Fomos capazes de registrar nosso melhor mês de vendas em maio à medida que vemos mais sinais positivos no mercado", afirmou o vice-presidente da GM para Vendas e Marketing na América do Norte, Mark LaNeve.

    "Esses sinais, junto com os esclarecimentos sobre a nova GM, estão dando mais confiança ao consumidor", acrescentou LaNeve.

    Os números das vendas de maio foram apresentados um dia depois de a GM ter entrado em concordata e de o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter dito que confia na recuperação da empresa a longo prazo.

    A GM disse que as vendas de carros no mês passado caíram 38%, para 81.009 unidades. Já as de caminhonetes (que incluem veículos 4x4, monovolumes, picapes, furgões e caminhonetes) tiveram uma contração de 22% e totalizaram 110.866 unidades.

    Ford

    Também nesta terça-feira a Ford informou que as vendas tiveram uma queda de 24% em maio, na comparação com idêntico mês do ano passado. Sobre abril, no entanto, houve um incremento de 20%. A Ford é a única entre as três gigantes do setor automobilístico --Chrysler e General Motors são as outras- que não está sob a proteção do "Capítulo 11" (o capítulo da legislação dos EUA para falências).

    A empresa afirma que foram vendidos 161.197 veículos, com destaque o crescimento de 9,4% nas vendas do Ford Fusion. A diretoria da companhia afirma que atingiu "a maior participação de mercado em três anos" com a oferta de novos modelos, sem atribuir ou mencionar a situação delicada dos concorrentes, em seu comunicado ao mercado.

    A montadora americana também revelou que, no final de maio, dispunha de um estoque de 350 mil unidades, uma cifra 41 mil veículos mais baixa do que o registrado em abril e 210 mil unidades inferior ao contabilizado no final de maio do ano passado.

    A Ford tinha como meta produzir 460 mil veículos no terceiro trimestre, um aumento de 42 mil unidades se comparado à produção contabilizada no mesmo período no ano passado.

    Leia mais notícias sobre a General Motors

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u575475.shtml

    Obama diz que montadoras dos EUA sairão fortalecidas da crise

    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que permitir a quebra das montadoras General Motors (GM) e Chrysler poderia levar o país a uma depressão econômica e assegurou que as duas empresas sairão fortalecidas da crise com o plano de reestruturação.

    Em uma entrevista ao canal de televisão "C-SPAN" divulgada neste sábado, Obama defendeu o plano de recuperação proposto pelo Governo para o setor automotivo e assegurou que a iniciativa terá resultados.
    "Acho que, no final, a GM continuará sendo uma companhia forte", afirmou.
    O presidente americano incentivou as companhias a renovarem sua oferta de produtos e a apostarem em veículos de baixo consumo e alto rendimento para atrair novos clientes.
    Reestruturação

    Ontem, um grupo de 40 congressistas americanos enviou uma carta a Obama na qual exigiram que o Congresso exerça um maior controle sobre a reestruturação do setor automotivo conduzida pelo Governo.
    Os parlamentares expressaram sua oposição ao ritmo e ao conteúdo dos planos do Executivo e pediram aos diretores de General Motors e Chrysler que expliquem sua decisão de fechar centenas de concessionárias em todo o país.

     

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/23/obama+diz+que+gm+e+chrysler+sairao+fortalecidas+da+crise+6299949.html

    EUA liberam US$ 4 bi para GM e US$ 757 mi para Chrysler

    O Departamento do Tesouro dos EUA liberou US$ 4 bilhões em financiamento para a General Motors (GM), para ajudar a montadora a suprir necessidades de capital e cobrir pagamentos devidos a revendedores.
    Também foram liberados US$ 756,9 milhões para a Chrysler como parte do financiamento do governo durante o processo de concordata da montadora. O Tesouro informou que a concessão desses recursos não muda a estimativa de necessidade de capital da montadora, de US$ 8 bilhões.
    As informações são da Dow Jones.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/22/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=111565/em_noticia_interna.shtml

    Obama afirma que GM irá prosperar após reestruturação

    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse em entrevista exibida neste sábado acreditar que a montadora General Motors Corp. (GM) irá prosperar após a reestruturação, mas não deu indicações sobre se a corporação precisará ou não pedir falência para completar sua reorganização.

    De acordo com reportagem do New York Times, Obama, em entrevista ao canal de televisão a cabo C-SPAN, disse desejar que o governo norte-americano saia da indústria automotiva o mais rápido possível. Obama também afirmou que se alguns empregos desaparecerem para sempre da indústria automotiva, o governo dos EUA trabalhará para garantir que os trabalhadores recebam requalificação profissional.
    As informações são da Dow Jones Newswires.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/23/obama+afirma+que+gm+ira+prosperar+apos+reestruturacao+6296928.html

    Obama quer que GM e Chrysler voltem "mais magras"

    O presidente dos EUA, Barack Obama, disse esperar que a General Motors e a Chrysler possam emergir "mais magras, mais agressivas e mais competitivas" quando a economia norte-americana se recuperar. Falando neste sábado à rede de televisão C-Span, ele evitou comentar a possibilidade de falência da GM.

    Nesta sexta-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA injetou mais US$ 4 bilhões na GM, elevando o total de recursos públicos passados à montadora a mais de US$ 19 bilhões. A GM tem até 1º de junho para apresentar um plano de reestruturação que garanta sua viabilidade, mas o presidente da empresa, Fritz Henderson, disse na semana passada que dificilmente isso vai acontecer. A Chrysler, por sua vez, pediu concordata em 30 de abril.
    "Minha esperança é a de que veremos tanto a GM como a Chrysler emergirem desse processo de reestruturação mais magras, mais agressivas e mais competitivas, com linhas de produtos que tenham apelo junto aos consumidores, carros bons, que sejam eficientes em gasto de combustível e que estejam voltados para os mercados de amanhã", disse o presidente.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/23/obama+quer+que+gm+e+chrysler+voltem+mais+magras+6299948.html

    Ações da GM caem para o menor nível em 76 anos nos EUA

    As ações da montadora americana General Motors despencaram mais de 20%, no pregão desta terça-feira, e atingiram o menor nível em 76 anos.
    Os papeis da GM refletiram a notícia de que um grupo de executivos revelou ter vendido quase US$ 315 mil em ações da companhia. O movimento foi liderado pelo ex-vice-presidente do conselho e diretor de produtos, Bob Lutz. A GM está a um passo de pedir proteção judicial contra falência. A companhia tem até o começo de junho, para apresentar ao governo um projeto de reestruturação, que evitaria a concordata.

    http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=143091

    Fiat confirma interesse na compra da Opel

    A fabricante de veículos italiana Fiat confirmou pela primeira vez que tem interesse na compra da subsidiária da General Motors (GM) na Alemanha, Opel.
    O presidente da Fiat, Luca Cordero di Montezemolo, disse em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal italiano Corriere della Sera que a Opel seria um "parceiro ideal" e sua possível aquisição é uma "oportunidade extraordinária".
    A Fiat já está em vias de comprar a Chrysler, que entrou com pedido de concordata nos Estados Unidos.
    A GM enfrenta possível falência nos Estados Unidos e tem até 1 de junho para realizar um processo de reestruturação acertado com o governo americano.
    A Opel disse que precisa de 3,3 bilhões de euros (o equivalente a cerca de US$ 4,3 bilhões) para enfrentar a crise econômica. O governo alemão afirmou que não vai dar recursos à empresa mas apoiará um investidor que assuma este compromisso.
    A Fiat, contudo, não está sozinha em seu interesse pela Opel. O grupo canadense Magna International, que fabricante de autopeças, também manifestou interesse na compra da subsidiária da GM.
    Assim como as rivais Ford e Chrysler, a GM sofreu uma queda acentuada nas vendas de carros no mercado doméstico nos últimos anos e viu sua situação agravada pela crise econômica global.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/03/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=108886/em_noticia_interna.shtml

    GM anuncia fechamento temporário de 13 fábricas na América do Norte

    A General Motors anunciou hoje que, devido à crise no setor, fechará temporariamente 13 instalações de montagem na América do Norte, o que permitirá reduzir a produção em cerca de 190 mil veículos. Em comunicado, a empresa explicou que a medida permitirá a redução do estoque de veículos que as concessionárias possuem e que é muito alto devido à queda na demanda, e ajudará a ajustar a produção às necessidades do mercado.


    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/04/23/gm+anuncia+fechamento+temporario+de+13+fabricas+na+america+do+norte+5698928.html

    Governo americano quer GM preparada para pedido de falência

    O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos determinou à montadora General Motors (GM) que execute os prepartativos necessários para recorrer à lei de falências em 1º de junho, apesar da empresa insistir na possibilidade de reestruturação, informa o jornal New York Times.Com base em fontes anônimas a par dos planos, o jornal indica que as instruções foram transmitidas por membros do comitê para as montadoras do presidente Barack Obama, que passou a semana passada reunido e em teleconferências com a GM em Detroit e Washington.As conversas devem prosseguir nesta semana, de acordo com o NYT. O objetivo é preparar a GM para um pedido de falência rápido e cirúrgico.A montadora, que já recebeu uma ajuda federal de 13,4 bilhões de dólares, insiste que a imagem da empresa não deve ser prejudicada.Os preparativos seriam para garantir que a GM possa solicitar proteção sob a lei de falências, caso não consiga um acordo com os proprietários de bônus para a troca de US$ 28 bilhões em dívidas e com o sindicato Automobile Workers Union, completa o Times.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/04/13/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=106198/em_noticia_interna.shtml




    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/04/13/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=106198/em_noticia_interna.shtml