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Impressão da 2ª Via Simplificada do IPTU 


Disponível das 6h às 22h00, de segunda-feira a sábado. 

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Impressão da 2ª Via Simplificada do IPTU http://www3.prefeitura.sp.gov.br/iptusimp/?txt_contribuinte1=171&txt_contribuinte2=198&txt_contribuinte3=0775&txt_contribuinte4=6

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Consulta IPTU 2017 - Edital da Emissão Geral

Disponível das 6h às 22h00, de segunda-feira a sábado.

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Consulta IPTU 2017 - Edital da Emissão Geral http://www3.prefeitura.sp.gov.br/editeg/forms/frm_principal.aspx



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IPTU - Consulta a Débitos http://www3.prefeitura.sp.gov.br/iptudeb3/Forms/iptudeb3_pag01.aspx

Fipezap apura alta de 12,7% no preço de imóveis em 2013

A menor variação dos preços no ano de 2013 foi registrada em Brasília, onde o preço médio subiu 4,2%, patamar menor do que a inflação


Agência Estado
Thinkstock/Getty Images
Preço médio dos imóveis residenciais no País subiu 12,7% em 2013
O preço médio dos imóveis residenciais no País subiu 12,7% em todo o ano de 2013. Em 2012, a alta foi de 13,7%, de acordo com o Índice Fipezap, divulgado nesta segunda-feira (6), pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), responsável pela pesquisa, que é feita a partir dos anúncios do site Zap em sete capitais.
Já o índice ampliado, com o levantamento de preços em 16 cidades, mostra avanço de 13,7% no valor das moradias em 2013. Até junho de 2012, apenas sete cidades faziam parte da pesquisa. Assim, não é possível comparar o índice ampliado de 2013 com o de 2012.
A menor variação dos preços no ano de 2013 foi registrada em Brasília, onde o preço médio subiu 4,2%, patamar menor do que a inflação (a projeção do boletim Focus para o IPCA no ano é de 5,7%). As demais cidades tiveram aumentos variando entre 9,5% em São Bernardo do Campo (SP) e 37,3% em Curitiba.
Em São Paulo, maior mercado imobiliário do País, os preços cresceram 13,9% em 2013, patamar abaixo dos 15,8% de 2012. No Rio de Janeiro, a alta foi de 15,2%, resultado levemente superior aos 15,0% do ano anterior.
Belo Horizonte encerrou 2013 com alta de 9,7% nos preços dos imóveis residenciais, Salvador com 10,7%, Fortaleza com 14,1%, e Recife com 13,4%. 

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/2014-01-06/fipezap-apura-alta-de-127-no-preco-de-imoveis-em-2013.html

    Walmart fecha 12 supermercados da rede TodoDia em São Paulo

     

    O Walmart fechou 12 supermercados da rede TodoDia, estabelecimento de vizinhança com cerca de 600 m². O encerramento das atividades ocorreu no final de 2011 em unidades de São Paulo.

    A varejista não detalha o motivo e nem o número de demitidos.

    Em comunicado, diz apenas que "reitera o seu compromisso de crescer no Estado, onde no ano passado foram investidos cerca de R$ 130 milhões na construção de seis novas lojas e gerados 900 empregos diretos."

    Segundo o Walmart, nos últimos 12 meses, foi investido R$ 1,2 bilhão na abertura de 70 novas lojas em todo o Brasil. A rede diz que gerou cerca de 7.000 empregos diretos.

    O Carrefour também fechou diversas unidades no país em 2011. Entre agosto e o início de outubro, 14 lojas consideradas "deficitárias" encerraram as atividades. Só em São Paulo, mais de mil funcionários foram dispensados no período, segundo o sindicato.

    Reajuste do ônibus eleva projeções para administrados em 2011, diz LCA

     

    O reajuste de 11,1% na tarifa de ônibus na cidade de São Paulo a partir do dia 5 de janeiro ficou acima do esperado, eleva as projeções para os preços administrados em 2011, de acordo com avaliação da LCA Consultores.

    Em janeiro, a tarifa subirá de R$ 2,70 para R$ 3. Com essa alteração, a LCA passou a projetar alta de 4% dos preços administrados em 2011. A projeção anterior, que considerava reajuste de 7,04% na tarifa de ônibus em São Paulo, era de 3,80%.

    Para a LCA, os maiores impactos desse reajuste serão sentidos nas leituras do IPCA e IPCA-15 de janeiro e fevereiro. Cálculos preliminares indicam variação do IPCA quase 0,1 ponto percentual acima do anteriormente projetado em janeiro e 0,05 ponto percentual acima do projetado para fevereiro.

    De acordo com a consultoria, o IPCA deve ficar em 0,63% em janeiro e 0,77% em fevereiro. Já o IPCA-15 em 0,50% no mês que vem e 0,91% no mês subsequente.

    http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/reajuste-do-onibus-eleva-projecoes-para-precos-em-2011-diz-lca.html

    Número de contribuintes na malha fina cai 57% neste ano em SP

    O número de contribuintes paulistas que ficaram na malha fina do Imposto de Renda caiu 57% neste ano na comparação com 2009. Foram 464,7 mil declarações retidas, contra 1,075 milhão no ano passo, segundo a Receita Federal em São Paulo.

    Destes 464.756 contribuintes, 102.593 já entregaram a declaração retificadora, corrigindo o erro. Com isso, apenas 362.163 continuam na malha fina.

    Neste ano, das mais de 24,6 milhões de declarações entregues em todo o país, 8,2 milhões eram de contribuintes de São Paulo.

    Para a Receita, a queda no número de documentos retidos ocorre como resultado de um maior acesso do contribuinte às informações sobre IR, maior entendimento do programa de declaração e novas punições para quem entregar dados incorretos.

    Extrato

    O contribuinte pode consultar o extrato da declaração no site da Receita e verificar se há alguma pendência. Para isso, é preciso informar o número do CPF e dos recibos de entrega deste ano e de 2009.

    Se houver erro, a Receita aponta o problema e permite que seja entregue a declaração retificadora. Caso não concorde, o contribuinte pode aguardar convocação do órgão para prestar esclarecimento ou agendar um atendimento --esta opção só é válida para as declarações deste ano a partir de janeiro de 2011.

    Entre os motivos que levaram os contribuintes à malha fina, estão informações incorretas sobre despesas médicas (86.939), omissão de rendimento do titular (77.372) e casos em que a fonte pagadora não informou à Receita os rendimentos pagos ao contribuinte.

    Nestas situações, o empregador deve enviar uma retificação para liberar a restituição do trabalhador.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/753244-numero-de-contribuintes-na-malha-fina-cai-57-neste-ano-em-sp.shtml

    São Paulo será a sexta cidade mais rica do mundo até 2025

    Atualmente, cidade ocupa o décimo lugar do ranking e, de acordo com pesquisa, economia paulistana deve crescer cerca de 4,2% ao ano no período.

    São Paulo pode chegar ao posto de 6ª cidade mais rica do mundo até 2025. Atualmente, a cidade ocupa a 10ª posição do ranking e, de acordo com pesquisa da consultoria PricewaterhouseCoopers, a economia paulistana deve crescer cerca de 4,2% ao ano no período.
    Segundo informações da agência de notícias BBC, a pesquisa mostra que a cidade do Rio de Janeiro também registrará crescimento e deve passar da 30ª para a 24ª posição no ranking. Outras sete cidades brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Fortaleza e Salvador) devem figurar no ranking das 150 cidades com maior PIB no mundo em 2025.
    Atualmente, há 39 cidades de países em desenvolvimento que figuram entre as 100 mais ricas do mundo. O estudo da PricewaterhouseCoopers aponta que até 2025, este número deve passar para 48 cidades.

     

    http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI103572-16357,00-SAO+PAULO+SERA+A+SEXTA+CIDADE+MAIS+RICA+DO+MUNDO+ATE.html

    alimentos puxam desaceleração de preços em SP

    Mais uma vez, a perda de força da inflação dos alimentos in natura levou a uma desaceleração de preços no varejo em São Paulo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S). Segundo informou nesta sexta o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) André Braz, houve desaceleração de preços em hortaliças e legumes (de 5,97% para 1,94%) e em frutas (de 13,91% para 7,49%) na cidade. "Os preços já subiram muito e agora começam subir menos", comentou.
    As outras capitais também sofreram a influência dos alimentos in natura mais baratos, o que ajudou na desaceleração da taxa do IPC-S em várias capitais. "Tanto que, das sete capitais pesquisadas, seis apresentaram decréscimos nas taxas do IPC-S", completou o economista. Além dos alimentos in natura, o setor de alimentação contou com a intensificação da queda de preços do leite tipo longa vida (de -11,75% para -12,79%) na capital paulista. Isso derrubou a taxa de inflação do grupo Alimentação como um todo (de 1,08% para 0,05%) em São Paulo. "Essa desaceleração de preços no grupo Alimentação foi o que mais contribuiu para a taxa menor do IPC-S na cidade", afirmou.
    Para o economista, é possível que as taxas do IPC-S nas sete cidades continuem a sofrer a influência benéfica de alimentos mais baratos, o que pode contribuir para nova desaceleração nas variações de preços do índice, principalmente em São Paulo. "Hortaliças e legumes ainda acumulam alta de 21,51% em 12 meses em São Paulo. No caso de frutas, a taxa de elevação de preços acumulada é de 15,34%. Ou seja, ainda temos muita 'gordura' para queimar entre os alimentos in natura, visto que os preços subiram muito no passado", afirmou.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/10/02/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=130248/em_noticia_interna.shtml

    Palestra "Mulher Empreendedora" e apresentação do "Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios 2009"

    Horário: 4 agosto 2009 de 19:00 a 22:00
    Local:
    Casa do Emprendedor - ACE Guarulhos
    Rua: Av. João Bernardo Medeiros, 278 - Bom Clima
    Cidade: Guarulhos / SP
    Site ou Mapa:
    http://maps.google.com.br/m...
    Phone: (11) 2137-9333
    Tipo de evento:
    palestra, prêmio
    Organizado por: Conselho da Mulher Empreendedora - ACE Guarulhos – SebraeSP

    Descrição do evento

    A Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos através do Conselho da Mulher Empreendedora e o SEBRAE-SP, convidam para a palestra "Mulher Empreendedora" e apresentação do "Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios 2009".
    Estudo mais recente do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), um dos mais importantes sobre a atividade empreendedora no mundo, mostra que as mulheres brasileiras, ocupam o 7º lugar no ranking mundial de empreendedorismo.
    A fim de valorizar as mulheres empreendedoras, desde 2003 o Sebrae promove, anualmente a premiação.
    Oportunidade:
    “O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios é uma grande oportunidade dessas guerreiras contarem a sua história de sucesso e verem todo o seu esforço e empenho reconhecidos”, explica Paula Cristina Rocha Ferreira, responsável pela divulgação do Prêmio em Guarulhos e região.
    Inscreva-se no Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios 2009. As duas vencedoras, uma de cada categoria, ganham uma viagem internacional para conhecer um grande centro empreendedor. Inscrições até 14/08/2009. Mais informações acesse:
    www.mulherdenegocios.sebrae.com.br ou procure o SEBRAE no seu estado.

    Programação
    :
    19h00 - Coquetel
    19h30 - Apresentação do "Prêmio SEBRAE Mulher de Negócios 2009
    20h00 - Palestra: "Mulher Empreendedora" com Maysa M. Gadelha, vencedora da categoria Negócios Coletivos do ano de 2008.
    22h00 - Encerramento.
    Data: 04/08 (terça-feira)
    Horário: das 19h às 22h
    Local: ACE-Guarulhos - Av. João Bernardo Medeiros, 278 - Bom Clima - Guarulhos-SP (Ao lado do Fácil).
    Investimento:
    Participação gratuita - confirmação obrigatória.
    Devido ao nº limitado de vagas, solicitamos
    confirmar sua presença antecipadamente, na certeza do seu comparecimento.

    http://revistapme.ning.com/events/palestra-mulher-empreendedora

    São Paulo prepara concessão de estradas e aeroportos

    O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta segunda que prepara a concessão de estradas e aeroportos para assegurar a receita do Estado no orçamento de 2010, principalmente para garantir investimentos. Ao discursar no Fórum Exame, realizado na capital paulista, o governador afirmou que pretende manter em 2010 - ano eleitoral - o nível de arrecadação previsto na peça orçamentária de 2009. "(Este ano) deu para juntar cerca de R$ 24 bilhões, todos voltados para investimentos", disse. Serra deve disputar com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, a indicação do PSDB para concorrer à Presidência em 2010.
    Questionado sobre como faria para manter o volume de investimentos sem os recursos, por exemplo, da venda do banco Nossa Caixa - que elevou as receitas do Estado em R$ 5,5 bilhões este ano -, Serra disse que haverá financiamentos e novas concessões. "(A arrecadação) será repetida ano que vem porque têm novos fluxos de financiamento, mais concessões", disse. O governador não detalhou a quais concessões se referia. "Estamos engatilhando tudo. Quando tiver os nomes eu dou. (Serão) mais estradas, aeroportos, tudo.
    O governador atribuiu a manutenção dos investimentos em 2009 à concessão de cinco estradas, de um trecho do Rodoanel Mário Covas e à venda da Nossa Caixa. Teriam contribuído ainda financiamentos externos e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Por sorte, no nosso Estado estamos, sim, investindo muito neste ano de crise", disse. "Aqui temos um investimento anticíclico, que pelo volume das obras está contribuindo para manter o nível de emprego. Nunca houve tanta obra simultânea no Estado.

    http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/11/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=110001/em_noticia_interna.shtml

    Varejo da Grande SP registra alta de 2,5% em março

    O varejo da região metropolitana de São Paulo encerrou março com alta real de 2,5% no faturamento em comparação com o mesmo mês de 2008, indica Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). O aumento foi puxado pelo segmento de Comércio Automotivo, que cresceu 13,4%.

    Para o economista e diretor executivo da entidade, Antônio Carlos Borges, o bom desempenho surpreende, uma vez que o faturamento real no primeiro trimestre teve recuo de 1,2%, comparado a igual período de 2008. "É o momento de rever as projeções para o ano", afirma.
    A pesquisa também aponta crescimento significativo em outros segmentos do varejo. A área de Farmácias e Perfumarias, por exemplo, registrou elevação de 14,6% no faturamento real em relação a igual mês do ano passado. Ainda que tenha menor peso na pesquisa, o setor teve o melhor desempenho do comércio para o mês e acumula alta de 11,8% no ano. Na opinião de Borges, o aumento na massa real de rendimentos na região, adicionado ao crescimento do consumo dos medicamentos genéricos, pressionou o índice positivamente.
    Outro segmento que teve destaque na pesquisa foi o de Lojas de Departamento, que pelo terceiro mês consecutivo registrou alta no faturamento. Em março, o crescimento chegou a 1,6% na comparação com o mesmo período de 2008. Em fevereiro, o aumento havia sido de 3%. No acumulado do primeiro trimestre, a expansão chega a 6,3%.
    Conforme o economista, se os dados de março representarem uma tendência, o varejo poderá apresentar uma recuperação - ainda que modesta. "Os resultados, apesar de positivos, estão concentrados em poucos setores. Essa centralização mostra um potencial de risco: se esses segmentos, principalmente o automotivo, apresentarem resultados ruins, dificilmente haverá compensação positiva suficiente por parte de outros setores", afirma.
    A cautela de Borges se deve às baixas apresentadas em março por outros setores. O segmento de Supermercados teve sua primeira queda no ano, com redução de 7,3% no faturamento real em relação a março de 2008. No acumulado do ano, a queda é de 1,2%. Borges destaca que o efeito calendário é a principal razão da queda expressiva para o setor. "No ano passado, a Páscoa ocorreu no mês de março e neste ano caiu em abril. Com isso, a base de comparação para março deste ano ficou elevada."
    Outro segmento que apresentou recuo significativo foi o de Vestuário, Tecidos e Calçados - variação negativa de 10,4% na comparação com o março de 2008. Essa é a terceira redução consecutiva no segmento, que em fevereiro apresentou baixa de 8,7% e encerrou o trimestre com queda de 7,3%.
    De acordo com a PCCV, o pior desempenho de março ficou com Lojas de Eletrodomésticos e Eletrônicos. Em março, a queda do faturamento foi de 12,9% e, no trimestre, o desempenho ficou negativo em 10,7%.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/06/varejo+da+grande+sp+registra+alta+de+25+em+marco+5973946.html

    Ministério da Saúde confirma quatro casos de gripe suína

    O ministério da Saúde confirmou a existência de quatro casos da gripe suína no Brasil. Dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Belo Horizonte. Um jovem permanece internado na capital fluminense. Os pacientes de São Paulo foram tratados e liberados.
    Foi no hospital Emílio Ribas, na capital paulista, que os dois pacientes que foram infectados pela gripe suína foram atendidos. Os dois contraíram a doença fora do país.
    O primeiro tem 48 anos, esteve nos Estados Unidos e foi mantido sob monitoramento na própria casa.
    O outro caso confirmado é de um jovem de 24 anos que visitou o México e ficou internado no hospital até o último domingo.
    A confirmação dos primeiros casos da doença só foi possível com a chegada dos kits enviados pela Organização Panamericana de Saúde. Os pacientes foram liberados porque, de acordo com o secretário de saúde paulista Luiz Roberto Barradas, não existe mais risco de que eles transmitam o vírus.
    Barradas não soube dizer o número de testes que já foram feitos com os kits que chegaram dos Estados Unidos. Para o teste é utilizada a secreção nasal do paciente. A amostra entra em contato com reagentes e os técnicos identificam ou não o vírus causador da gripe suína. Poucas horas antes da confirmação, os responsáveis pelos testes do Instituto Adolfo Lutz diziam que os resultados demorariam até três dias para sair.
    O ministro da saúde José Gomes Temporão buscou tranquilizar a população e disse que não há risco de transmissão.

    http://band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=142504

    Perda de emprego formal em SP segue elevada, diz Afif

    O Estado de São Paulo deverá ter perdido mais de 300 mil empregos formais no período de dezembro de 2008 a março deste ano, de acordo com o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, embora haja sinais que indicam uma recuperação da economia brasileira, esses efeitos ainda são pouco perceptíveis no emprego.
    Os dados oficiais sobre o emprego no Estado serão divulgados na próxima segunda-feira, pelo Observatório do Emprego e do Trabalho, organizado pela Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho.De acordo com o Afif, o mês de março deve apresentar uma leve alta no nível de emprego no Estado, mas insuficiente para reduzir o desempenho até fevereiro. Dados do Observatório do Emprego e do Trabalho apontaram uma estabilidade no emprego em fevereiro, com a perda de apenas 95 vagas formais em relação a janeiro, mas com uma perda acumulada desde dezembro de 324.303 vagas com carteira assinada. "Em março, haverá uma pequena alta, mas as perdas acumuladas desde dezembro seguirão acima de 300 mil vagas", afirmou o secretário.Afif criticou as ações do governo federal no acirramento da crise internacional, entre setembro e outubro do ano passado, bem como as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que os impactos no Brasil seriam apenas uma "marolinha". "Não foi uma marolinha, houve um erro de avaliação e o déficit dos empregos formais segue, juntamente com o aumento de informais e de novos cidadãos que chegam ao mercado de trabalho e não conseguem vagas", afirmou o secretário.Afif participou hoje, em Ribeirão Preto, da primeira reunião da Caravana do Empreendedorismo, Emprego e Renda e Apoio à Formalização, que pretende trazer à formalidade ao menos 10% dos cerca de 3,2 milhões de trabalhadores informais no Estado de São Paulo. "Temos uma população do Uruguai de informais aqui e queremos convencer que a ida para a formalidade pode ser mais barato e ainda uma saída para a crise, com acesso ao crédito e à Previdência Social", explicou.O secretário informou que o governo paulista irá investir R$ 8 milhões em uma campanha publicitária para divulgar o portal na internet Emprega São Paulo (www.empregasaopaulo.sp.gov.br) que cadastra currículos e vagas de emprego, bem como faz o contato entre os candidatos e empregadores, gratuitamente.

    Impacto da crise será tema de evento do Cecafé em maio

    O impacto da crise no setor cafeeiro no mundo será o tema da 3ª edição do Coffee & Dinner, promovido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), que ocorrerá dia 25 de maio, em São Paulo. Vão participar representantes dos principais segmentos da cadeia produtiva (produção, consumo e mercado). O evento será dividido em dois momentos: fórum de debates, com a entrega do Prêmio Cecafé, e jantar do café. O evento será no Hotel Maksoud Plaza.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/04/23/impacto+da+crise+sera+tema+de+evento+do+cecafe+em+maio+5698922.html

    Cana avança 90,6% em SP desde 1996; soja, milho e feijão recuam

    A área de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo cresceu 90,6% nos últimos 12 anos, ou seja, entre os Levantamentos Censitários de Unidades de Produção Agrícola (Lupa) realizados em 1995/1996 e 2007/2008. Os dados, apresentados hoje pelo governador José Serra (PSDB) e pelo secretário de Agricultura, João Sampaio, mostram que a área com a cultura saltou de 2,88 milhões para 5,49 milhões de hectares no período. Outras importantes culturas perenes, como café e laranja, tiveram suas áreas reduzidas entre os dois levantamentos. A área de laranja saiu de 865.802 hectares para 741.316 hectares, recuo de 14,38% em 12 anos no Estado maior produtor mundial da cultura. Já as lavouras de café ocuparam 214.790 hectares no levantamento de 2008, área 6,24% menor que a de 1996, de 229,09 mil hectares. Por outro lado, lavouras de seringueira e eucalipto saltaram, respectivamente, 90,5% e 23,63% entre os dois censos.O Lupa apontou ainda uma forte redução nas áreas das principais culturas anuais de grãos no Estado de São Paulo. A área de soja recuou 44,45% entre 1997 e 2008, de 396.426 hectares para 714.206 hectares, a de milho diminuiu 46% no mesmo período, de 1,236 milhão para 667.685 hectares. Já área de feijão caiu de 162.208 hectares para 104.154 hectares, recuo de 35,8%.Nos 12 anos que separam os dois levantamentos agropecuários, o rebanho bovino de São Paulo recuou de 12,66 milhões para 11,17 milhões de cabeças, uma queda de 8,21%. O decréscimo é fruto, principalmente, da redução de 35,4% no número de animais na pecuária leiteira no período, de 1,43 milhão para 924.435 mil. Do atual rebanho, além dos animais para a pecuária leiteira, 5,76 milhões são de corte e 4,49 milhões de pecuária mista em São Paulo. Todos os dados sobre o censo agropecuário paulista podem ser consultados no www.cati.sp.gov.br/projetolupa/.



    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/04/22/cana+avanca+906+em+sp+desde+1996+soja+milho+e+feijao+recuam+5679035.html
    A portabilidade numérica começa hoje em São Paulo (DDD 11), que reúne cerca de 16% dos usuários de telefonia do País, com a promessa de dar mais visibilidade ao serviço, já que agora as operadoras devem apostar mais forte nas campanhas nacionais. Porém, ainda que as operadoras enxerguem no serviço uma oportunidade de ganhar clientes da concorrência, os especialistas não esperam uma explosão nos pedidos para troca de operadora sem alteração do número de telefone. Até agora, a quantidade de telefones portados foi bastante tímida. De 1º de setembro de 2008, quando começou a implantação da portabilidade no País, até 26 de fevereiro, 326.874 números migraram de operadora, volume considerado bastante baixo pelo mercado. Antes de entrar em vigor, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estimava, com base em experiências internacionais, que, após o primeiro ano de vigência do benefício, cerca de 11 milhões de usuários de serviços telefônicos deveriam fazer uso da portabilidade. Comparando-se com os 41,1 milhões de telefones fixos e 151,9 milhões de móveis em funcionamento no País, a quantidade de números portados até o momento revela-se irrisória.De acordo com estudo da Accenture, o Brasil até coleciona algumas características parecidas com, por exemplo, Hong Kong, que viu 90% de sua base de telefonia móvel trocar de operadora seis anos e meio após o início da portabilidade. As semelhanças vão de rígidas cobranças por parte dos órgãos reguladores na implantação do serviço, instauração de uma base de dados nacional, até o tempo curto para a conclusão da transferência do cliente.Contudo, para o sócio da consultoria Accenture, Petrônio Nogueira, a chegada da portabilidade a todo o território nacional não deve mudar demasiado a dinâmica do mercado. Primeiro porque o serviço, ofertado por alguns países há mais de dez anos, demorou para chegar ao Brasil, o que forçou muitos usuários a antecipar a substituição da prestadora de serviço, mesmo sob pena de perder o número da linha.Além disso, a busca incessante por participação de mercado disparou nos últimos anos uma competição acirrada entre as operadoras móveis. Isso acabou, segundo o especialista, a levar um bom número de clientes a preferir ofertas de tarifas e subsídios para a compra de aparelhos à manutenção de suas linhas originais. "A portabilidade numérica vem atender mesmo a uma faixa da população que tem afeição ao número, seja por questões profissionais ou pessoais", afirma Nogueira, estimando uma adesão de 10% a 20% da base de telefonia nacional em cinco anos.Dados da ABR Telecom, empresa que faz o gerenciamento da portabilidade, mostram que os usuários de telefonia fixa foram, até o momento, mais relutantes na troca do número. Dos 326.874 números portados até agora, 33,6% correspondem a telefones fixos. Com a entrada da portabilidade nos grandes mercados, acredita o analista-sênior do Yankee Group, Julio Püschel, a adesão de clientes de telefonia fixa deve aumentar um pouco mais. "Já na telefonia móvel, o impacto será bem menor, pois já existe mais competitividade e uma propensão maior dos clientes a trocar de número", destaca.Segundo Püschel, o fato de as operadoras, fixas ou móveis, exibirem ofertas muito parecidas retrai o interesse do consumidor em aderir à portabilidade numérica. "A vontade de mudar de operadora está muito mais ligada à busca por tarifas menores do que à qualidade do serviço", avalia. Por isso, ele recomenda a criação de pacotes mais segmentados, como, por exemplo, destinado a pequenas empresas. E a oferta combinada de serviços, com banda larga, telefonia e TV no mesmo pacote, avalia Püschel.Na opinião do analista da consultoria Yankee, usar o preço como arma é totalmente desaconselhável, especialmente para as operadoras que se colocam como uma alternativa às líderes de mercado, cujo fôlego financeiro seria suficiente para virar o jogo. "Mais de 80% da receita das operadoras de telefonia ainda vêm dos serviços de voz. Ao praticar guerra de tarifas, as teles acabariam por canibalizar suas próprias margens", nota.Nogueira, da Accenture, também não acredita que a portabilidade numérica mude por completo as estratégias comerciais das teles. De acordo com ele, as empresas continuarão a trabalhar para reter os clientes de alto valor agregado e buscar eficiência nas campanhas de marketing para atrair o público correto, especialmente agora que a renda tende a encolher e as empresas terão de disputar uma fatia menor do bolo. Produtos inovadores também serão usados como iscas para clientes com potencial de gastar mais. Porém, estas estratégias serão muito mais relacionadas à busca por rentabilidade, feito que virá de uma maior seletividade na escolha do assinante, do que à portabilidade numérica. "A própria dinâmica do mercado, que está muito mais competitivo do que antes, força as empresas a estas estratégias", diz.A Claro diz que não tem uma política especial de retenção e aquisição de cliente para a portabilidade numérica. "Temos a mesma ação de retenção para todos os clientes, que portam ou não seus números", observa o diretor de Marketing da empresa, Erik Fernandes, que diz nutrir grande expectativa em torno da chegada da portabilidade a São Paulo. Contudo, há quem já esteja na rua com algumas promoções formatadas especialmente para atrair usuários com a portabilidade numérica, ainda que os analistas não aguardem mudanças muito significativas na estratégia comercial das operadoras.Vivo criou promoções especiais para o lançamento do benefício em São Paulo, que incluem mil minutos mensais gratuitos para chamar outros telefones da tele, durante três meses. Para reforçar sua estratégia de se concentrar na prestação de serviços e conquistar clientes com a portabilidade numérica, a Oi anunciou que deixará de cobrar multa para cancelamento e mudança de planos pós-pagos de sua base atual e novos clientes. "Fizemos uma provocação ao mercado e a tendência é as operadoras se diferenciarem, pois hoje as ofertas são todas iguais", afirma a diretora de Marketing da Oi, Flávia Bittencourt, destacando a importância de as empresas baixarem os custos de venda para conseguir ter rentabilidade neste modelo de negócios.Crente que a convergência tecnológica é uma importante ferramenta de fidelização do cliente e pode lhe render clientes na portabilidade, a operadora móvel TIM lançou, no ano passado, serviços de telefonia fixa para pessoas físicas e jurídicas.

    Produção industrial dá sinais de recuperação

    Um sinal positivo para a economia brasileira. A produção industrial em São Paulo deve subir quase seis por cento em janeiro.

    A estimativa de recuperação interrompe uma sequência de três resultados negativos.

    A projeção foi feita pelo Sinalizador da Produção Industrial, indicador da Fundação Getúlio Vargas em conjunto com a AES Eletropaulo.

    Segundo o levantamento, o índice deve crescer 5,7%. Em dezembro, houve uma queda de 13,5% na comparação com novembro.

    http://www.band.com.br/jornaldanoite/conteudo.asp?ID=126525&CNL=1


    Fiesp: indústria paulista fechou 32.500 vagas em janeiro

    O nível de emprego na indústria paulista caiu pelo quarto mês consecutivo em janeiro, segundo dados divulgados hoje pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O resultado com ajuste sazonal registrou queda de 1,86% em janeiro, ante dezembro.

    Sem o ajuste sazonal, o emprego recuou 1,34%, na comparação com dezembro, o que resultou no fechamento de 32.500 vagas de trabalho.

    Na comparação com janeiro de 2008, houve queda de 2,22% do nível de emprego na indústria paulista. Ambos os resultados - com ou sem ajuste sazonal - foram os piores para meses de janeiro desde 2006, na série histórica disponibilizada pela Fiesp. Por mudança de metodologia, a pesquisa passou a partir deste mês a avaliar 22 setores industriais (antes eram 21 setores). Desse total, 19 setores demitiram, dois contrataram e um manteve o nível de emprego estável.

    Confiança

    A confiança dos empresários da indústria paulista melhorou na primeira quinzena de fevereiro. O índice Sensor, medido pela Fiesp, ficou em 41,4 pontos nos 15 primeiros dias de fevereiro, ante 38,7 pontos na segunda quinzena de janeiro. Embora o resultado abaixo de 50 pontos seja considerado fraco, houve melhora considerável em dois dos itens que compõem o indicador: mercado, que registrou 49,8 pontos e voltou a se aproximar dos 50 pontos, dos quais estava distante desde novembro (em outubro, o item estava em 53 pontos); e investimentos, que alcançou 47 pontos, ante 38,9 pontos na segunda quinzena de janeiro. Três itens permanecem com resultados mais baixos: vendas ficou em 35,5 pontos; estoque, 32 pontos; e emprego, 42,6 pontos.

    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/02/13/fiesp+industria+paulista+fechou+32500+vagas+em+janeiro+4042925.html


    Hyundai suspende instalação de fábrica no Brasil

    A montadora sul-coreana Hyundai aproveitou a divulgação de seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2008 para anunciar a suspensão dos investimentos de US$ 600 milhões para a construção de uma fábrica de veículos no Brasil. A unidade, que seria instalada no município de Piracicaba (SP), teve seu projeto adiado em razão da queda de demanda resultante da crise global.

    Centrais sindicais suspendem negociações com FIESP sobre demissões

    As centrais sindicais decidiram suspender por 10 dias as negociações com a FIESP. As entidades discutem medidas para evitar novas demissões.

    A decisão foi tomada após uma reunião entre várias centrais sindicais. Novamente, a Central Única dos Trabalhadores não estava presente. A Força Sindical e outras quatro centrais querem se reunir com o presidente Lula, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e o governador de São Paulo. Enquanto isso houve novas demissões no setor automotivo. A Volkswagen encerrou o contrato de 150 trabalhadores temporários da unidade de Taubaté, no interior de São Paulo. A empresa tem ainda outros 650 funcionários na mesma situação e divulgou que 450 serão efetivados e 200 terão seus contratos renovados.

    http://www.band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=122226&CNL=1


    Governo promete medidas para conter as demissões

    Segundo o IBGE, a indústria sentiu os reflexos da crise financeira mundial e registrou em novembro a maior queda no nível de emprego na indústria em 5 anos. Um corte de 0,6% do contigente de empregados, foi a maior queda desde outubro de 2003. Os setores que mais fecharam vagas foram vestuário, madeira e calçados.

    No interior paulista, um dia depois do corte de mais de 600 vagas, funcionários da General Motors protestaram.Às 2hr desta terça-feira, a produção da GM em São José dos Campos, em São Paulo, foi interrompida. Foi um protesto dos trabalhadores depois das 802 demissões na unidade.

    Diante de mais um número negativo, nesta terça-feira, durante a reunião de coordenação política, o presidente Lula informou aos ministros que novas medidas serão anunciadas até o fim do mês para combater os efeitos da crise. Prazo que coincide com o final das férias dos Ministro da Fazenda Guido Mantega, do presidente do BC Henrique Meirelles e do Ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

    O governo ainda não confirma detalhes, mas as medidas devem ser focadas na manutenção dos empregos indústria e na construção civil.

    http://www.band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=121871&CNL=1