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porque, quando, e como surgiu o conceito da democracia

Porque, quando, e como surgiu o conceito da democracia, de forma resumida

O conceito de democracia é uma ideia que evoluiu ao longo da história e tem sido discutido por filósofos, políticos e pensadores desde a antiguidade até os dias atuais. A democracia é uma forma de governo em que o poder é exercido pelo povo, geralmente por meio de representantes eleitos.


A origem do conceito de democracia remonta à Grécia Antiga, onde a cidade-estado de Atenas estabeleceu um sistema democrático em que os cidadãos podiam participar diretamente na tomada de decisões do governo. As ideias de filósofos como Platão e Aristóteles também contribuíram para o desenvolvimento do pensamento democrático na Grécia.


No entanto, o conceito de democracia evoluiu ao longo do tempo e se adaptou a diferentes contextos históricos e culturais. Na modernidade, as ideias de pensadores como John Locke, Jean-Jacques Rousseau e John Stuart Mill contribuíram para a consolidação do conceito de democracia como um sistema político baseado na soberania popular e na proteção dos direitos individuais.


Bibliografia:


ARISTÓTELES. A Política. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Martins Fontes, 2006.


LOCKE, John. Dois Tratados sobre o Governo. Tradução de Julio Fischer. São Paulo: Martins Fontes, 1998.


MILL, John Stuart. Sobre a Liberdade. Tradução de Enzo de Sena. São Paulo: Martin Claret, 2013.


ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do Contrato Social. Tradução de Lourdes Santos Machado. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

ferramentas de pedra encontradas em locais na África, datadas de cerca de 2,6 milhões de anos, que foram usadas por nossos ancestrais humanos!

 A evidência de presença humana no planeta são fósseis de 300.000 anos achados em Jebel Irhoud, Marrocos. Além disso, há evidências de ferramentas de pedra encontradas em locais na África, datadas de cerca de 2,6 milhões de anos, que foram usadas por nossos ancestrais humanos!


"Evidence of human presence on the planet are 300,000-year-old fossils found in Jebel Irhoud, Morocco. Additionally, there is evidence of stone tools found at sites in Africa dating back to around 2.6 million years ago that were used by our human ancestors."

A evidência mais antiga de presença humana no planeta são os fósseis de "Homo sapiens" datados de cerca de 300.000 anos encontrados em Jebel Irhoud, Marrocos. Estes fósseis foram descobertos em 2017 e mostram que os seres humanos modernos existiam muito antes do que se pensava anteriormente. Além disso, há evidências de ferramentas de pedra encontradas em locais na África, datadas de cerca de 2,6 milhões de anos, que foram usadas por nossos ancestrais humanos antigos, como o "Homo habilis". Estes são alguns dos exemplos mais antigos de evidências de atividade humana no planeta.

Com base em estudos arqueológicos, a evidência mais antiga de presença humana no planeta foi encontrada em Jebel Irhoud, Marrocos. Nesse sítio arqueológico foram descobertos fósseis de "Homo sapiens" datados de cerca de 300.000 anos. Esses fósseis mostram que os seres humanos modernos existiam muito antes do que se pensava anteriormente, ampliando o conhecimento sobre a evolução humana.

Além disso, há outras evidências arqueológicas de atividade humana no planeta, incluindo as ferramentas de pedra encontradas em locais na África, datadas de cerca de 2,6 milhões de anos. Essas ferramentas foram usadas por nossos ancestrais humanos antigos, como o "Homo habilis", e são um exemplo de como os seres humanos usaram recursos naturais para criar instrumentos para sobrevivência.

A descoberta de evidências arqueológicas antigas é fundamental para o entendimento da evolução humana e dos comportamentos dos nossos ancestrais em diferentes épocas. Essas descobertas ajudam a construir uma narrativa mais completa e precisa da história humana, e continuam a ser alvo de estudos e pesquisas em diversas áreas da ciência, incluindo a arqueologia, a antropologia e a biologia evolutiva.


Bibliografia

HUBLIN, J.-J. et al. New fossils from Jebel Irhoud, Morocco and the pan-African origin of Homo sapiens. Nature, [s. l.], v. 546, n. 7657, p. 289–292, 2017. DOI: 10.1038/nature22336.

HARO, J. A. Stone Tool Use by Early Humans in Africa: A Multidisciplinary Perspective. GSA Today, [s. l.], v. 23, n. 4, p. 4–9, 2013. DOI: 10.1130/GSATG172A.1.


Passo a passo do que deve ser determinado para a execução da revisão da literatura nas bases de dados os estudantes

 Passo a passo do que deve ser determinado para a execução da revisão da literatura nas bases de dados os estudantes

texto de: Ricardo Meper


Os "projetos de pesquisa que têm por objetivo descobrir e desenvolver novos conhecimentos dentro de sua área de estudo, e toda a comunidade acadêmica (alunos, professores, pesquisadores, etc.) tem a oportunidade de se envolver nesses projetos e participar ativamente dos estudos desenvolvidos. Essa ação é uma modalidade que agrega muitos conhecimentos e prática à carreira acadêmica desde o início até a execução da pesquisa na prática."


A revisão da literatura é uma etapa importante em projetos de pesquisa acadêmica, pois possibilita identificar o que já foi publicado sobre o assunto e auxilia na elaboração do estudo. Para realizar essa etapa de maneira eficiente, os estudantes devem seguir alguns passos essenciais.

Primeiramente, é necessário definir as palavras-chave ou termos que serão utilizados na busca por informações relevantes. É importante também traduzir esses termos para a língua inglesa, já que muitos artigos científicos são publicados nesse idioma.


Em seguida, os estudantes devem selecionar as bases de dados ou fontes de informação que serão utilizadas na pesquisa. Existem diversas opções disponíveis, como a Scopus, Web of Science, PubMed, entre outras.


Ao realizar a busca, é importante utilizar os operadores booleanos, a busca avançada e filtros disponibilizados pela base de dados para qualificar a pesquisa. Além disso, é necessário definir uma margem de atualidade dos materiais pesquisados.


Com os resultados da busca em mãos, os estudantes devem selecionar os artigos relevantes de acordo com os critérios estabelecidos previamente e ler os artigos selecionados, fazendo anotações das informações relevantes. Por fim, é necessário sintetizar as informações obtidas em um texto coerente e organizado.


Para realizar uma revisão de literatura efetiva nas bases de dados, é importante seguir os seguintes passos:


Definir as palavras-chave relevantes: É necessário identificar quais palavras-chave são mais pertinentes para o tema de pesquisa e, assim, ajudar na busca por artigos e informações relevantes. Por exemplo, se o projeto de pesquisa é sobre o impacto da tecnologia na educação, as palavras-chave poderiam ser: tecnologia, educação, impacto, inovação, entre outras.


Selecionar as bases de dados a serem pesquisadas: Existem diversas bases de dados, tais como: Scopus, Web of Science, PubMed, entre outras. É importante selecionar aquelas que são mais relevantes para o tema de pesquisa, e que possuem artigos científicos atualizados e com credibilidade.


Utilizar operadores booleanos: É possível combinar palavras-chave para refinar a busca utilizando os operadores booleanos. Por exemplo, se quisermos buscar artigos que falem sobre "tecnologia" E "educação", devemos utilizar o operador "AND". Se quisermos buscar artigos que falem sobre "tecnologia" OU "inovação", devemos utilizar o operador "OR".


Utilizar filtros de busca: Algumas bases de dados possuem filtros que ajudam a refinar ainda mais a busca, como por exemplo: período de publicação, tipo de artigo, idioma, entre outros. É importante utilizar esses filtros para limitar os resultados da busca e obter apenas artigos relevantes.


Analisar os resultados: Após realizar a busca nas bases de dados, é importante analisar os resultados obtidos, selecionando os artigos mais relevantes para a pesquisa e descartando aqueles que não se encaixam no tema. É importante também ler o resumo e o abstract dos artigos selecionados para verificar se eles são relevantes para a pesquisa.

Realizar citações cruzadas: É importante verificar os artigos selecionados e verificar se eles citam outros artigos que podem ser relevantes para a pesquisa. Dessa forma, é possível encontrar ainda mais informações e aprofundar a revisão de literatura.

Organizar as informações: Por fim, é importante organizar as informações encontradas em um documento ou planilha, identificando as principais informações e os dados relevantes para a pesquisa. Isso ajudará na elaboração do projeto de pesquisa e na redação dos artigos científicos.


DICAS DE MEMORIZAÇÃO:

Para a execução da revisão da literatura nas bases de dados, os estudantes devem seguir os passos abaixo:

1. Definir quais bases de dados serão utilizadas.

2. Estabelecer os termos de busca que serão utilizados para encontrar artigos relevantes.

3. Utilizar operadores booleanos para aprimorar a pesquisa, caso necessário.

4. Ler os resumos dos artigos encontrados e selecionar aqueles que são relevantes para o trabalho.

5. Ler os artigos selecionados na íntegra e extrair as informações necessárias para a elaboração do projeto de pesquisa.


Referência bibliográfica:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.


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UM PARECER SOBRE A SITUAÇÃO DA VENEZUELA

SOBRE A VENEZUELA:
As amarras colocadas no mercado venezuelano hoje fazem um presente amargo para os empresários, e para o sistema de abastecimento interno no país. A política de preços e tentativas de controle inflacionário gerou uma alta insatisfação interna e um pânico externo de se investira na Venezuela.


As atuais opiniões são polarizadas, e sugestões sobre a saída da crise vão desde diálogos entre os lados políticos até intervenção militar externa (estrangeira).

Essa insatisfação está dividindo chavistas de um lado e opositores do outro, fomentando a disputa política na Venezuela, e a fazendo ganhar características violentas.

Os protestos estão sendo reprimidos pela polícia e, oficialmente, mais de 10 pessoas já foram mortas - entre chavistas e opositores, e um saldo de dezenas de feridos e detidos. Com manifestações diárias o país vive em um clima de grandes incertezas.

As classes baixas estão vivendo um período de grande escassez e a classe média teve seus hábitos ajustados a uma nova realidade.

Os empresários, vivem um desacordo com o governo de natureza econômica. Existe uma irritação com o controle de câmbio – vigente desde 2003 - que atrapalha os negócios e a capacidade de exportação. 

Na verdade há falta de dólares no país e conseguir gerar poupança, balança comercial positiva e importar, fazem parte de um grande dilema.

A pressão para a pressionar Maduro a renunciar é gigante. E existe um grande movimento para aplicar a Carta Interamericana (de Direitos Humanos da OEA) para que outros governos apoiem o povo venezuelana para sair dessa situação.


por Ricardo Meper

48% das micro e pequenas indústrias esperam ter desempenho melhor em 2014

Quarenta e oito porcento dos empresários brasileiros das micro e pequenas indústrias paulistas esperam que 2014 seja melhor do que o ano anterior para a realização dos negócios.
Os dados são do indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo, apurado pelo Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria de São Paulo).
De acordo com a entidade, ao fazer um balanço dos indicadores de atividade empresarial entre março (quando a pesquisa foi lançada) e dezembro de 2013, é possível detectar estabilidade, com média de 57,5 pontos.
Na análise mês a mês, setembro registrou a média de 59,4 pontos, enquanto que dezembro acusou o pior resultado, 57 pontos.
No que se refere ao indicador de atividade econômica, os negócios registrados durante o ano passado foram caracterizados por sua estabilidade e a média anual foi de 57,2 pontos. Março registrou a melhor média, 60,4 pontos, ao passo que junho ficou com o pior resultado, 52,1.
O indicador de empregos também permaneceu estável em 50,5 pontos e sinaliza para uma acomodação no ritmo de abertura e fechamento de vagas das micros e pequenas indústrias do Estado, de acordo com a entidade.
A média mais alta registrada no período foi de 53,1 pontos, em novembro, enquanto que o pior resultado, 49,2, foi observado no mês de junho.
Por sua vez, o indicador de investimento vem registrando movimento de queda desde agosto de 2013. Seu melhor momento foi detectado em agosto, 26,7 pontos, ao passo que dezembro registrou o pior resultado do ano, 19 pontos.
O indicador de custos registra movimento de queda em dezembro 55,4, pontuação próxima à média anual, 54,4 pontos. O melhor desempenho foi verificado em março (60,8), enquanto que o pior resultado (49 pontos) foi observado no mês de agosto.
http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2014/01/22/48-das-micro-e-pequena-industria-esperam-ter-desempenho-melhor-em-2014.htm

Indústria da zona do euro encerra 2013 em alta, mas França preocupa

Setor cresceu no ritmo mais rápido desde meados de 2011 com destaque para Alemanha


O setor industrial da zona do euro cresceu no ritmo mais rápido desde meados de 2011 em dezembro com destaque para Alemanha e Itália, abrindo espaço para um sólido início de ano após um tumultuado 2013, mostrou nesta quinta-feira (2) a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).
O PMI do Markit subiu para 52,7 em dezembro ante 51,6 em novembro, confirmando estimativa preliminar e registrando a melhor leitura em 31 meses. Leitura acima de 50 indica crescimento.
As novas encomendas registraram o ritmo mais rápido desde abril de 2011, e a série de quase dois anos de cortes de vagas nas fábricas da zona do euro quase acabou no mês passado.
Olhando para países individualmente na região, o sentimento foi amplamente positivo, com exceção da França.
"Parece provável que o setor industrial ajudará a conduzir uma recuperação significativa, ainda que modesta, da economia", disse o economista-chefe do Markit, Chris Williamson.
Williamson também destacou que os preços nas empresas industriais estão começando a subir ligeiramente, sugerindo que elas começam a ver alguma melhora nesse quesito.
O Markit informou que os PMIs de dezembro são consistentes com crescimento da produção a uma taxa trimestral de 1%.
Entretanto, mesmo com Itália e Espanha mostrando sinais de um ano muito melhor à frente, a recuperação da região pode ser afetada pela França.

    GM demite centenas de funcionários por telegrama na véspera de Natal

    Cortes ocorreram na fábrica de São José dos Campos; montadora afirma que medida foi acordada com trabalhadores, mas sindicato questiona

    Divulgação
    Vista aérea do complexo da GM de São José dos Campos
    A General Motors demitiu centenas de trabalhadores por telegrama no último fim de semana do ano na fábrica de São José dos Campos (SP). Os demitidos eram da linha de montagem de veículos de passageiros (conhecida como MVA), onde era fabricado o modelo Classic.
    Os trabalhadores receberam telegramas informando que a partir do dia 31 de dezembro eles estarão demitidos, segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Antonio Ferreira de Barros.
    Barros disse que o sindicato não foi comunicado das demissões e que vai entrar na Justiça do Trabalho pedindo o cancelamento dos cortes. Segundo ele, a fábrica está promovendo "demissão em massa".
    O presidente do sindicato não sabe quantos trabalhadores estariam sendo cortados. Mas, de acordo com ele, a linha de produção do Classic empregava 750 pessoas, sendo que 304 já teriam aderido ao programa de demissão voluntária.
    O restante, segundo o sindicato, estava em licença remunerada. No dia 23 de dezembro, eles foram informados pela empresa que iniciariam um período de férias coletivas entre os dias 2 e 20 de janeiro.
    "A decisão da companhia nos pegou de surpresa", disse Barros.
    "Estamos cumprindo o acordo assinado com o sindicato em janeiro deste ano", afirmou o diretor de Assuntos Institucionais da GM, Luiz Moan. Segundo ele, as demissões fazem parte do fim da linha de produção do MVA em São José dos Campos. Moan não soube precisar o número de demitidos.
    Em nota, a GM informou que, "conforme o acordo de 28 de janeiro de 2013, com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a GM comunica o encerramento das atividades da linha de montagem de veículos de passageiros (conhecida como MVA) ao final de dezembro de 2013".
    O presidente do sindicato lembrou que a demissão dos trabalhadores ocorre quatro dias após o governo ter decidido voltar com a cobrança, de forma gradual, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
    Segundo Barros, a volta da cobrança do imposto em duas etapas – e não imediatamente – estaria vinculada ao compromisso de manutenção de empregos por parte das montadoras. Esse será o argumento do sindicato para contestar judicialmente as demissões. Na sua avaliação, com os cortes na GM esse compromisso teria sido quebrado.
    No caso do carro popular, a alíquota a partir de janeiro passa de 2% para 3% e, em julho sobe para 7%.

      Arrecadação federal tem recorde para novembro e soma R$ 112,5 bilhões

      Resultado representa alta real de 27,08% sobre igual mês do ano passado

      O governo federal arrecadou R$ 112,517 bilhões em impostos e contribuições em novembro, informou a Receita Federal nesta segunda-feira (16). O número é recorde para esses meses graças à receita extraordinária com o programa de refinanciamento de débitos tributários atrasados (Refis).
      O resultado representa alta real de 27,08% sobre igual mês do ano passado e o bom desempenho veio em grande parte da receita tributária extraordinária de R$ 20,4 bilhões com o Refis, que contou com a adesão de mais de 30 mil empresas somente em novembro.
      No acumulado do ano, a arrecadação federal soma R$ 1,020 trilhão até novembro, com alta real de 3,63% no ano, taxa de crescimento baixa em comparação a anos anteriores.
      Getty Images
      No acumulado do ano, a arrecadação federal soma R$ 1,020 trilhão até novembro
      Isso ocorre por conta da economia que ainda não imprimiu ritmo mais forte de crescimento e também pelas desonerações tributárias feitas neste ano, que de janeiro a novembro somam R$ 70,4 bilhões.
      A arrecadação extraordinária do mês passado vai trazer algum alívio para o governo registrar superávit primário — economia para pagamento de juros da dívida — importante no mês passado.
      Ajudará também a receita extra de R$ 15 bilhões com o bônus de exploração do campo de petróleo de Libra, proporcionando ao governo total extra de R$ 35 bilhões somente no mês passado.
      Mesmo com esse reforço nas contas, a meta ajustada de primário do setor público consolidado neste ano — de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) — não deve ser atingida, alimentando mais as críticas sobre a política fiscal.
      Em 12 meses encerrados em outubro, a economia para pagamento de juros da dívida pública estava em 1,44% do PIB.

      As 10 melhores ações da Bolsa em 2013

      Conheça as empresas que foram na contramão de um ano ruim para o mercado acionário


      O ano de 2013 está longe de ser espetacular para a Bolsa de Valores. Desde o início de janeiro, o maior índice acionário do Brasil, o Ibovespa,  acumula queda de 18,4% registrada até o último dia 6 de dezembro. E a desvalorização afeta a maior parte das empresas que compõem o índice: são 44 baixas de 67 papéis negociados no período.
      Ainda que o mar não esteja para peixe, houve importantes exceções no mercado de renda variável: ações de empresas que se destacaram da maioria, fazendo a alegria dos investidores. Pelo menos 23 papéis tiveram desempenho positivo desde janeiro, de modo que os 10 mais bem colocados mostraram valorização expressiva. Destaque para os setores de educação e papel e celulose, que decolaram entre os demais.
      Confira as melhores ações da Bolsa em 2013 (até 06/12) e relembre a trajetória de cada uma:
      1º – KROTON: o grupo educacional brilhou com alta de 70,98%, impulsionada pela fusão com a Anhanguera Educacional, criando uma gigante do setor. Foto: Divulgação
      1/10

      1º – Kroton: O setor de educação deslanchou no mercado acionário este ano. Terceiro maior grupo educacional do País, fundado em 1966, a Kroton teve valorização de 70,98% desde o início do ano,impulsionada pela fusão com a Anhanguera. A união criou o maior conglomerado do setor em todo o mundo, resultando num faturamento bruto de R$ 4,3 bilhões, cerca de 1 milhão de alunos e valor de mercado perto de R$ 12 bilhões. A operação de fusão ainda aguarda a aprovação do Cade(Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
      2º – Braskem: A maior petroquímica da América Latina apresentou valorização de 61,56% desde o começo do ano, o segundo melhor desempenho do Ibovespa no período. A companhia se beneficiou da alta do dólar e teve desalavancagem (redução da dívida) com a venda de seus ativos no primeiro semestre. A empresa também aumentou sua participação no mercado, beneficiada por medidas do governo de controle de produtos químicos de fora do País, e pela desoneração do PIS e Cofins no setor. No terceiro trimestre, a Braskem reverteu os resultados negativos dos períodos anteriores com lucro líquido de R$ 394 milhões
      3º – TIM Participações: Com o terceiro melhor desempenho de 2013, as ações da operadora de telefonia móvel subiram 45,89% no período. Subsidiária da Telecom Itália, a companhia passou porrumores de que seria vendida para ajudar a pagar as dívidas e melhorar a posição de mercado de sua proprietária, que tem um quarto de sua receita atrelado à empresa brasileira. Na terça-feira (10), o presidente da Telecom Itália, Marco Patuano, negou que a empresa planeja dividir a TIM Participações.
      4º – Cielo: Já bem sucedida no primeiro semestre, a processadora de pagamentos repetiu o bom desempenho ao longo do ano com alta de 43,97%. A companhia cresce no setor e realiza investimentos pesados em novas máquinas e ambientes de captura, na cifra de R$ 360 milhões em 2013, de acordo com estimativas de seu presidente, Rômulo de Mello Dias. Impulsionada por um volume maior de transações, a empresa anunciou um lucro líquido 17% maior no terceiro trimestre na comparação anual.
      5º – JBS: A gigante do setor de alimentos se destacou com o quinto melhor desempenho do ano, valorizando 33,64%. A compra da Seara em junho, antes nas mãos da Marfrig, aumentou a expectativa de aumento do faturamento anual da JBS em R$ 10 bilhões. Nem mesmo um escândalo envolvendo a presença de carne de cavalo em produtos fornecidos pela empresa na Europa, no início do ano, prejudicou os resultados de suas ações.
      6º – Anhanguera: A gigante do setor de educação teve o sexto melhor resultado no mercado acionário, com uma guinada de 27,58% desde o início de janeiro, beneficiada pela fusão com o grupo Kroton, que cria o maior conglomerado educacional do mundo, e valor de mercado em torno de R$ 12 bilhões.
      7º – Suzano Papel: A terceira maior fabricante mundial de celulose, atrás apenas da Fibria e da April, da Indonésia, cresceu 25,86% na Bolsa em 2013. A aposta na saída do setor petroquímico para focar na área de celulose foi considerada um acerto estratégico da empresa. Assim como a Fibria, a Suzano se beneficiou no primeiro semestre com o aumento dos preços da matéria-prima no mercado internacional.
      8º – CESP: Com valorização de 24,04% desde janeiro, a Companhia Energética de São Paulo (Cesp)descolou seu desempenho de outras empresas do setor, como a Eletropaulo, que amarga perdas de 45% no mesmo período. A Cesp apresentou lucro líquido de R$ 191,86 milhões no terceiro trimestre de 2013, um crescimento de 28,3% ante os R$ 149,5 milhões de igual período de 2012.
      9º – Fibria: A maior produtora de celulose branqueada de eucalipto do mundo viu suas ações subirem 23,84% em 2013, confirmando o bom momento do setor no mercado de capitais. A companhia tevelucro líquido de R$ 57 milhões no terceiro trimestre de 2013, que apesar de abaixo das expectativas de analistas, conseguiu reverter o prejuízo de R$ 212 milhões no mesmo período de 2012.
      10º – Ultrapar: A dona da rede de postos Ipiranga apresentou uma guinada de 23,58% no Bolsa, décimo melhor desempenho do ano. No fim de setembro, a companhia comprou 100% da Imifarma, proprietária da marca Extrafarma, com operação aprovada pelo Cade em 25 de outubro. Confirmado sem restrições, o negócios foi avaliado em R$ 1 bilhões.

      Veja 12 cuidados para antes, durante e depois de adquirir um imóvel

      SÃO PAULO - Comprar um imóvel requer planejamento e cuidados para a tão sonhada casa própria não se tornar uma grande dor de cabeça. Para ajudar neste processo, a Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) preparou um guia de orientações para a compra de um imóvel.
      Confira.
      1. Juros elevados, mesmo nos imóveis
      Os juros para compra de um imóvel no Brasil são dos mais baixos do mercado, mesmo porque o próprio bem é a garantia da compra. No entanto, ainda assim, os juros são elevados. No financiamento imobiliário, os juros variam entre 6,5% e 12%, sendo que os menores juros são para financiamentos subsidiados em programas do governo.

      "Neste momento em que a inflação está pressionando preços de uma maneira geral e o governo tenta combatê-la aumentando a Selic (taxa básica de juros), o financiamento imobiliários também está sendo pressionado para aumentar os juros", disse o diretor de economia da entidade, Roberto Vertamatti.
      2. Controle dos gastos implantado
      É preciso aprender a controlar os gastos diariamente, mensalmente, anualmente. Quando se quer comprar um imóvel, este controle deve ser maior, pois estará assumindo uma dívida para muitos anos, talvez para toda a vida.

      Portanto definir o quanto será gasto na aquisição de um imóvel é um bom primeiro passo, levando sempre em conta a relação entre o que de fato cabe no bolso e as necessidades da família.
      Uma dica importante: nunca comprometa mais de 30% dos seus rendimentos familiares mensais com dívidas, incluindo aí a prestação da casa própria.
      3. Atenção no mercado imobiliário em 2014 e próximos anos
      "Este aspecto também é importante, pois se o mercado estiver super aquecido, você poderá pagar mais caro pelo imóvel a ser adquirido", disse Vetamatti.

      Em 2014, a Anefac prevê que os investimentos em imóveis vão continuar, mesmo porque o deficit habitacional no Brasil ainda é muito grande.
      Segundo o Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), estima-se para 2013 um investimento em habitação da ordem de R$ 130 bilhões, um número parecido com o ano passado; em 2011, os investimentos foram de R$ 117 bilhões. Parte importante deste "funding" está vinculado ao SFH (Sistema Financeiro de Habitação), com origem significativa da Caderneta de Poupança.
      Ainda assim, os investimentos imobiliários, considerando as fontes bancárias e mais os investimentos dos próprios consumidores, estão na ordem de 7% do nosso PIB anual, o que ainda é bastante baixo. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos o volume de crédito para os investimentos imobiliários é da ordem de 78% do PIB; na Alemanha, é 39%; e no Chile, 19%.
      4. Defina que tipo de imóvel procurar
      É importante responder algumas perguntas e anotar as especificações do tipo de imóvel que está procurando. 

      Você planeja comprar um imóvel usado, novo ou na planta? É casa ou apartamento? Em qual bairro? Um apartamento de frente, de fundos ou de lado? Quantas garagens são necessárias? Varanda é necessária? Com ou sem área de lazer?
      No caso de apartamento, há gastos com condomínio e, muitas vezes, esta obrigação é pesada, dependendo das facilidades e serviços oferecidos no imóvel.
      A questão da distância do trabalho pode ser um fator importante em função do custo do transporte, em especial em grandes cidades, o que torna a questão da localização do imóvel algo muito importante e também pode significar altos custos de transporte para o trabalho, além do tempo gasto.
      5. Estabeleça como será feito o pagamento
      Analise qual será a melhor opção de financiamento junto a um banco ou parcelamento realizado diretamente com a construtora durante a realização da obra. É bom estipular se o FGTS será usado na quitação de parte do valor.

      Quem tiver na conta uma boa reserva financeira ou bens que podem ser revertidos em dinheiro para a compra do imóvel, devem ser considerados e precificados colocando tudo na ponta do lápis e, assim definir qual a melhor maneira de financiar e ou quitar a compra do imóvel, afirmou o diretor.
      6. Observe a região do imóvel
      Quem já conta com uma lista de bairros ou imóveis interessantes, pode, então, visitar a região, tanto de dia quanto de noite.

      "Verifique se a região onde está o imóvel é barulhenta, quais os empreendimentos e serviços disponíveis nos arredores e, se há infraestrutura e quais são", afirma.
      7. Compra de imóvel usado
      Neste caso, a entidade sugere listar quais as características procuradas para o imóvel desejado. Na busca do imóvel, dê preferência a profissionais que de fato conheçam o local e procure sanar dúvidas acerca do imóvel e a região na qual ele está localizado.

      Uma sugestão interessante é não procurar um grande número de imobiliárias e profissionais. Evite imóveis que sejam ofertados por um grande número de corretoras. Dê preferência para a exclusividade do serviço.
      8. Pagamento de comissão para o corretor
      Muitas vezes, a comissão de venda de um imóvel novo já faz parte do preço. No caso de imóvel usado, quase sempre a comissão é paga pelo vendedor do imóvel. Mas, em ambos os casos, o comprador deve deixar muito claro este aspecto para evitar aborrecimentos.

      9. Fazendo a proposta de compra
      Para imóveis adquiridos de construtoras e ou incorporadoras, quase sempre a proposta é feita pela mesma. Neste caso, o comprador precisa mostrar todos os detalhes da oferta, negociando cada item.

      "Não faça propostas abusivas, com descontos elevados. Caso o corretor ceda e aceite um valor incoerente, desconfie", alertou Vertamatti. "Verifique o que está incluso no montante proposto e o que não está."
      10. Saiba com quem se está fazendo o negócio
      Pesquise e informe-se sobre o histórico e reputação da imobiliária, construtora ou incorporadora com a qual está negociando a aquisição de um imóvel. Se conseguir visitar um empreendimento já entregue por ela, melhor ainda. Peça cópia do registro da incorporação ao corretor antes de assinar qualquer contrato.

      11. Cuidado com as parcelas
      Valores das prestações pagas durante a construção de um imóvel podem diferir do valor das parcelas do financiamento do saldo devedor.

      Lembre-se: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo INCC (índice Nacional de Custo de Construção) ou pelo CUB (Custo Unitário Básico da Construção Civil). Depois da entrega, é possível quitar a dívida, usar o FGTS para a amortização de parte do valor, caso seja o primeiro imóvel, e financiar o que resta com a ajuda de um banco.
      Mas atenção: é fundamental que a parcela, independentemente de fixa ou reajustável, caiba no bolso de quem vai comprar o imóvel.
      12. Precauções pós-compra
      Depois que o financiamento estiver liberado e a chave chegar à mão do novo proprietário, é preciso pagar o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) à Prefeitura local e todas as taxas de registro cartorário.

      Dependendo da cidade, há variações de taxas, mas, em média, estas taxas correspondem a 4% do valor de compra do imóvel.
      Portanto, programe-se: faça uma reserva financeira para arcar com despesas burocráticas. E nunca deixe de registrar a escritura, mesmo que tenha comprado o imóvel sem financiamento. Atente para o que preza o Manual do Proprietário, leia com atenção e verifique todas as garantias e prazos legais para cada componente descrito.

      HOME MERCADOS EMPRESAS FINANÇAS PESSOAIS COLUNAS CARREIRAS MAIS SITES Etanol sobe quase 13% em um ano com reajuste da gasolina

      A semana passada foi a quinta consecutiva de aumento para o hidratado no mercado paulista


      Agência Estado
      O reajuste da gasolina e o início do período de entressafra da cana-de-açúcar puxaram os preços do etanol nas usinas de São Paulo na semana passada.
      Conforme o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), o litro do hidratado atingiu uma média de R$ 1,2857 (sem impostos), valor 12,7% superior, em termos nominais, ao observado em igual período de 2012 (R$ 1,1410).
      Já o litro do anidro apresenta valorização de 6% na mesma base de comparação, passando de R$ 1,3533 para R$ 1,4351.
      Getty Images
      Já o litro do anidro apresenta valorização de 6% na comparação com o ano passado
      O centro de estudos destaca, em nota, que "agentes de usinas têm conseguido manter as ofertas a preços maiores".
      "A demanda, porém, esteve um pouco menor na semana passada, com as compras ocorrendo de forma pontual. Além disso, parte das distribuidoras optou por se abastecer antecipadamente. O fluxo de etanol de outros Estados da Região Centro-Sul para São Paulo também vem diminuindo".
      A semana passada foi a quinta consecutiva de aumento para o hidratado no mercado spot paulista. No caso do anidro, foi o quarto período seguido de alta. Desde novembro, hidratado e anidro acumulam valorizações de 10,6% e de 6,8%, respectivamente.