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Meirelles diz que economia brasileira está fora da crise

A economia do Brasil está voltando ao normal e não precisa mais de tantos estímulos fiscais, disse neste sábado o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Meirelles afirmou à Reuters que o plano do governo de dar fim a cortes de impostos e isenções fiscais para combater a recessão na maior economia da América Latina é apropriado.
"Acho que é uma medida apropriada, a economia brasileira está agora fora da crise", disse ele na saída do Fórum Econômico Mundial, em Davos.
"Estamos caminhando rumo a uma situação vista como normal e acho que esse é um momento apropriado para retirar estímulos fiscais."
O Brasil deixou uma recessão de seis meses no ano passado antes de muitas economias desenvolvidas. O Ibovespa, principal índice do mercado acionário local, saltou 83 por cento em 2009, enquanto o real valorizou-se 34 por cento.
Meirelles disse que o Banco Central está avaliando se elevar o nível do compulsório de bancos é pertinente, medida que reduziria a quantidade de liquidez disponível.
O BC reduziu o nível do compulsório durante a crise, medida que deve expirar no final de março.
Outras opções na pauta são manter a exigência dos depósitos bancários em seu atual nível, levá-los ao patamar pré-crise ou mesmo elevar o compulsório futuramente, acrescentou Meirelles.
"Não há nenhum compromisso com um caminho ou outro: voltar ao nível anterior, mantê-lo no patamar atual ou aumentá-lo um pouco. Não há nenhum compromisso e nós analisaremos isso no devido tempo."
O Banco Central manteve a Selic, taxa básica de juros, em 8,75 por cento ao ano, por decisão unânime tomada na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada em 27 de janeiro. A autoridade monetária, contudo, deixou a porta aberta para um aumento do juro nos próximos meses.
O comunicado de janeiro, elaborado pelos formuladores de política monetária, omitiu referências anteriores sobre a manutenção da capacidade instalada das indústrias e um cenário inflacionário benigno, o que alimentou especulações de que o BC pode elevar a taxa já no início de março.
Uma forte alta nos preços das commodities e expectativas de um crescimento de 5 por cento ou mais neste ano estão alimentando temores de uma pressão inflacionária, embora o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenha dito na sexta-feira que não vê riscos inflacionários.
Meirelles afirmou que ainda não está pronto para tomar uma decisão sobre seu futuro no BC, em meio a especulações de que ele possa concorrer a um cargo político.
"Como um presidente de banco central disciplinado, tomo decisões na hora certa", disse, e isso deve ocorrer até o fim de março.
Perguntado se gostaria de ser o vice-presidente de Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Meirelles respondeu: "Estou honrado por esse tipo de menção sobre meu nome, mas não estou trabalhando com esse fim."
O presidente de Banco Central há mais tempo no cargo da história do Brasil tem repetido que está considerando concorrer a um cargo público, e filiou-se ao partido de centro PMDB, em setembro do ano passado, com o objetivo de manter essa opção em aberto.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2010/01/30/davos+meirelles+diz+que+economia+brasileira+esta+fora+da+crise+9382039.html

Meirelles diz que estimativa de perdas globais com a crise é de US$ 4,1 trilhões

A estimativa de perdas globais por conta da crise financeira internacional é de US$ 4,1 trilhões, segundo informou nesta quarta-feira o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Desse valor, US$ 2,7 trilhões são perdas dos Estados Unidos, US$ 1,2 trilhão da Europa e US$ 100 bilhões do Japão.
Além disso, Meirelles disse que a queda no comércio mundial esperada é de 11%. “E isso impacta as exportações do Brasil e do mundo todo”, disse.
Mas, o presidente do BC voltou a enfatizar que o Brasil entrou na crise em boas condições, com crescimento econômico, com investimentos e uma trajetória de inflação “consistente com as metas”, e reservas internacionais em US$ 205,1 bilhões em agosto de 2008.
“O Brasil entra nessa crise com um parque industrial modernizado”, acrescentou. Meirelles participade audiência pública na Câmara sobre a crise financeira internacional.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113040/em_noticia_interna.shtml

Concessão de crédito em abril passa nível pré-crise

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, informou nesta quarta-feira que a média diária das concessões de crédito em abril deste ano atingiu R$ 7,2 bilhões, superando a média de R$ 7,1 bilhões por dia verificada no período de janeiro a setembro do ano passado. Ele afirmou que o crédito foi um dos canais por meio do qual a crise financeira atingiu o Brasil, mas destacou que esse segmento está se regularizando. A despeito desse sinal, Meirelles ponderou que o movimento de recuperação foi muito concentrado nos grandes bancos, com destaque para as instituições públicas.
Citando dados comparando o crédito de abril de 2009 com o setembro de 2008, as instituições de grande porte tiveram expansão de 11%, enquanto os bancos pequenos e médios ficaram 5% abaixo. Mas Meirelles ressaltou que com as medidas adotadas pelo Banco Central para viabilizar a captação de recursos pelas instituições de menor porte, os bancos pequenos estão retomando seu papel no mercado. "O crédito ainda não está regularizado, mas está em movimento de regularização", disse Meirelles, que participa de audiência pública conjunta da Câmara sobre a crise.
Reservas
O presidente do BC destacou também que alguns indicadores macroeconômicos já voltaram ao nível que exibiam no momento em que teve início a fase de recrudescimento da crise financeira internacional. Ele lembrou, por exemplo, que as reservas internacionais pelo critério de liquidez estavam em US$ 205 bilhões em agosto do ano passado. Na última segunda-feira (dia 1º), as reservas somavam US$ 205,4 bilhões. "Em resumo, o Brasil é um dos poucos países que já tem volume de reservas superior ao da entrada da crise.
O presidente do BC comparou também o nível da dívida líquida do setor público em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) nos dois momentos. De acordo com ele, essa taxa estava em 40,5% quando houve a piora da crise e, pelo último dado do BC, estava em 38 4%.
Durante a audiência, Meirelles citou ainda as medidas tomadas pelo BC desde então, como venda de dólar no mercado à vista, leilões de linhas para exportadores e redução de depósito compulsório, entre outros. "Algumas dessas medidas são consideradas como modelo em vários fóruns mundiais e estão sendo estudadas", enfatizou. De acordo com o presidente do BC, essas medidas foram possíveis porque a instituição possuía reservas suficientes para atuar no mercado cambial.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/03/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113013/em_noticia_interna.shtml

apesar da queda, economia tem fundamentos sólidos

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, avalia que os números do Produto Interno Bruto (PIB) apresentados nesta terça-feira evidenciam a resistência da economia brasileira e que o País continua com fundamentos sólidos. “O resultado do PIB do primeiro trimestre de 2009, divulgado nesta terça-feira pelo IBGE, mostrou que, apesar da queda observada pelo produto na margem, a economia brasileira tem fundamentos econômicos sólidos”, cita Meirelles por intermédio da assessoria de imprensa da instituição.
Na avaliação do presidente da autoridade monetária, os bons fundamentos ficam evidentes com a expansão do consumo das famílias, no lado da demanda, e pelo comportamento do setor de serviços, na oferta. “Essa resistência demonstrada pela economia brasileira, juntamente com os investimentos realizados durante os anos de estabilização, cria espaço para uma retomada do crescimento em bases sustentáveis”, disse Meirelles.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/06/09/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=113918/em_noticia_interna.shtml

Idec questiona defesa de bancos pelo governo no STF

A disputa judicial entre correntistas e bancos pelo ressarcimento das perdas sofridas pela poupança nos planos econômicos dos anos 80 e 90 entrou em um novo estágio. Orientados pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os poupadores estão pressionando o governo para que não vire aliado dos bancos na ação impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF) e mostrando que os processos não contestam a constitucionalidade dos planos.

O foco agora são as perdas com o Plano Verão.
Em carta encaminhada na quinta-feira ao presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, o Idec critica a posição do governo, em favor dos bancos e contra os correntistas que cobram os expurgos das cadernetas de poupança no Plano Verão, instituído em janeiro de 1989 (Lei 7.730). O Idec afirma que essa defesa não é da competência do BC e diz que o governo deveria prestar mais atenção aos correntistas.
“O Banco Central deveria ainda se preocupar em conhecer melhor o poupador que há dez, quinze anos, briga na Justiça contra grandes bancos para reaver seu dinheiro. Ouvirá histórias de pessoas que aguardam esperançosamente para pagar tratamentos de saúde, a casa própria ou mesmo outra dívida”, afirma. Para o Idec, a origem da disputa não está no plano econômico - lançado para conter os preços e derrubar a inflação - , mas na decisão dos bancos de retroceder uma quinzena na aplicação dos novos índices de correção da poupança.
As regras, que passaram a valer no dia 15 de janeiro de 1989, determinavam que a poupança seria corrigida por um índice distinto do que era aplicado anteriormente - pelo rendimento acumulado das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), e não mais pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC). O problema é que os bancos usaram o novo porcentual para corrigir o saldo também no período de 1º a 14 de janeiro, quando o plano sequer existia. Com isso, os correntistas perderam 20,36% em rentabilidade e os bancos passaram a ser condenados pela Justiça a pagar essa diferença.
No início de março, a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) pediu ao STF, por meio de uma ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 165), que suspenda as ações ajuizadas pelos correntistas contra os bancos, alegando que os correntistas questionam a legalidade dos planos econômicos.
O BC decidiu, diante dos argumentos da Febraban e da Consif, fazer parte do julgamento no STF para defender os bancos. O entendimento é de que a vitória dos poupadores prejudicaria o sistema financeiro no momento de crise internacional e de que cabe ao governo defender a legalidade dos planos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/05/02/idec+questiona+defesa+de+bancos+pelo+governo+no+stf+5893943.html

Todos nós desejamos juros mais baixos

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou nesta tarde que a redução das taxas de juros no Brasil é um processo em andamento. "Todos nós desejamos taxas de juros mais baixas no País. Estamos caminhando para isso", disse, em palestra na abertura do Fórum de Economia provido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Meirelles afirmou que a taxa real (descontada a inflação) da Selic (juros básicos da economia brasileira) está no seu nível mais baixo da história, em menos de 6% ao ano, e que estava em 18% em 2003. O presidente do BC observou que essa queda tem um custo e que o Brasil enfrenta hoje problemas de uma sociedade estruturada para operar com juros altos.
Ele disse que, agora, é preciso discutir problemas como o dos fundos de pensão, que precisam garantir uma rentabilidade mínima e do rendimento da caderneta de poupança, que, com novas reduções da taxa Selic, poderá se tornar mais atrativa que outras aplicações.
Recuperação
Na palestra, o presidente do BC afirmou ainda que o Brasil está claramente em uma trajetória de recuperação da economia, mas é preciso ter cuidado com o excesso de otimismo. "O Brasil dá sinais de recuperação na margem, mas isso não quer dizer que acabou (a crise). Não podemos dizer que temos que nos preocupar com os problemas pós-crise. O excesso de otimismo é perigoso e pode levar a uma decepção, ao primeiro dado negativo", disse Meirelles.
Acrescentou que o Brasil já está sendo visto por outros mercados como um dos países que sairão mais fortes desta crise. Segundo Meirelles, o Brasil já é visto como um dos locais preferenciais para investimentos.
Crédito
Na videoconferência, o presidente do BC enumerou as medidas adotadas pelo BC para ajudar a recompor a escassez de crédito internacional. Lembrou que o BC já fez leilões de dólares, no formato de empréstimos (que não são descontados do valor das reservas), no total de U$$ 24,5 bilhões, dos quais US$ 12,9 bilhões já foram devolvidos ao Banco Central. Além disso, outros US$ 14,5 bilhões foram vendidos no mercado à vista. Meirelles lembrou que o BC já parou de atuar no mercado à vista por causa da normalização desse mercado.
Segundo Meirelles, no início da crise, o crédito doméstico e o crédito externo no Brasil somavam US$ 717 bilhões, dos quais US$ 620 bilhões eram domésticos. Com a crise, lembrou, caiu muito a rolagem do crédito externo, o que fez com que o Banco Central interviesse para recompor a perda de recursos externos.

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_4/2009/05/06/em_noticia_interna,id_sessao=4&id_noticia=109350/em_noticia_interna.shtml

Meirelles diz que previsões do FMI são 'voláteis' e que Brasil crescerá acima da média mundial

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira, em Buenos Aires, Argentina, que as previsões do FMI que apontam uma retração de 1,3% na economia brasileira em 2009 são "voláteis" e que o Brasil "deve crescer acima da média mundial" neste ano.
"Previsões feitas por diversos analistas e, inclusive, por analistas internacionais, têm sido muito voláteis e têm mudado muito em função de últimos acontecimentos. Acredito que é um pouco prematuro chegar a conclusões baseando-se em cada nova previsão de algum organismo", disse Meirelles ao desembarcar, junto com a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Buenos Aires.O presidente do Banco Central afirmou ainda que a economia brasileira está "forte" e que ele mantém sua expectativa de uma expansão acima da média global."Achamos que o Brasil deve crescer acima da média mundial. Estamos tomando todas as medidas pra isso. O Brasil tem reagido bem à crise", disse.Como exemplo desta reação, ele citou o setor automotivo, que registrou forte retração no fim do ano passado, mas que vem dando sinais de recuperação.
"Não há nenhuma necessidade de ficarmos preocupados com cada previsão. Essas previsões, principalmente dos organismos internacionais, são muito voltadas para nível mundial e para os países de origem da crise", afirmou o presidente do BC.Meirelles recordou que o Banco Central revisa sua previsão de crescimento da economia a cada 90 dias, e que a próxima revisão será em junho.Retração
Segundo um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional nesta quarta-feira, a economia brasileira deverá sofrer uma retração de 1,3% em 2009, mas deverá retomar o crescimento em 2010, ainda que com uma taxa de apenas 2,2%.A estimativa do Fundo foi publicada na edição mais recente do relatório World Economic Outlook (Panorama Econômico Global).Em janeiro deste ano, uma outra projeção do Fundo Monetário Internacional apontava que a economia do Brasil cresceria 1,8% em 2009.Entre os motivos para o declínio das economias do Brasil e de outros países latino-americanos, segundo o Fundo, estão a diminuição nos volumes de exportações, os preços baixos de commodities e condições de financiamento externas desfavoráveis.

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/04/22/meirelles+diz+que+previoes+do+fmi+sao+volateis+e+que+brasil+crescera+acima+da+media+mundial+5683933.html

BC: empréstimo com recurso das reservas soma US$ 21 bi

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que a concessão de linhas de empréstimos de dólares para bancos comerciais cuja fonte eram recursos das reservas internacionais já acumula US$ 21,2 bilhões. Desse montante de recursos, destinados basicamente para que empresas pudessem honrar compromissos externos, US$ 9,9 bilhões já foram pagos à autoridade monetária. De acordo com Meirelles, a crise internacional é séria, mas há sinais de que há melhora no cenário. Desde o colapso do banco de investimento Lehman Brothers, em meados de setembro do ano passado, até janeiro deste ano, o BC vendeu um total de US$ 14,5 bilhões no mercado à vista (spot). O presidente do BC destacou ainda que há mais de 60 dias não são vendidos dólares no mercado spot. Ele também informou que foram ofertados contratos de swap cambial no total de US$ 28,8 bilhões. E ressaltou que esse montante já chegou a aproximadamente US$ 33 bilhões, porém cerca de US$ 3 bilhões não precisaram ser rolados pelo BC. Meirelles destacou também que a taxa de rolagem de Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) atingiu em fevereiro 90% em relação ao estoque registrado em igual período de 2008. Porém, em março deste ano, o nível baixou um pouco e ficou em 84% em relação a igual período de 2008. Segundo ele, um dos motivos que pode explicar tal recuo é a volatilidade do comércio exterior internacional, provocada pela crise financeira global.RDBO presidente do BC afirmou também que bancos já captaram pouco mais de R$ 1 bilhão em Recibos de Depósitos Bancário (RDBs) com garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A medida foi adotada pelo BC para facilitar o acesso a recursos no mercado de instituições financeiras de pequeno e médio portes e assim auxiliar na recuperação da concessão de crédito às companhias do País. "Esse valor tende a crescer bastante", afirmou Meirelles, em evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

BC anuncia crédito para empresas com dívidas em dólar

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou nesta quarta-feira, em Nova York, novas medidas para dar maior liquidez a bancos que fornecerem crédito para empresas brasileiras com dívidas em dólar. O programa terá início neste mês e deve prosseguir até o final de 2009.

"Todas as empresas brasileiras que têm empréstimos vencendo no exterior vão ter também acesso aos recursos das reservas que serão aplicadas em bancos que emprestarem exclusivamente para essas empresas", disse o presidente do Banco Central.

Segundo Meirelles, "o compromisso do governo brasileiro é de repor aquela parcela do crédito internacional que foi cortada para todos os países - inclusive para o Brasil - visando preservar a economia brasileira desse efeito importante da crise internacional".

O programa deve começar a operar até o final de janeiro, e a estimativa de seu volume é de cerca de US$ 20 bilhões.

Empregos
O presidente do Banco Central, que participou de reunião organizada pela Câmara Brasileira-Americana de Comércio, afirmou que o governo tem tomado medidas importantes para ajudar a exportação brasileira.

"O Banco Central do Brasil já tem feito uma série de leilões onde empresta recursos aos bancos para uso exclusivo em financiamento de exportação", disse Meirelles.

"Só se pode tomar este recurso do Banco Central se for para financiar exportação, e esses contratos de exportação são oferecidos ao Banco Central como garantia", acrescentou. "Portanto, é um empréstimo completamente direcionado."
Segundo Meirelles, o governo também está estudando medidas para aumentar o nível de emprego, mas elas devem ser anunciadas posteriormente.

O presidente do Banco Central almoçaria na tarde desta quarta-feira no Federal Reserve (o banco central americano) e, em seguida, partiria para Cancún, no México, onde se reunirá com investidores.

De lá, Henrique Meirelles segue para Miami e volta para o Brasil no final da semana.

BC anuncia crédito para empresas com dívidas em dólar

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciou nesta quarta-feira, em Nova York, novas medidas para dar maior liquidez a bancos que fornecerem crédito para empresas brasileiras com dívidas em dólar. O programa terá início neste mês e deve prosseguir até o final de 2009.

"Todas as empresas brasileiras que têm empréstimos vencendo no exterior vão ter também acesso aos recursos das reservas que serão aplicadas em bancos que emprestarem exclusivamente para essas empresas", disse o presidente do Banco Central.

Segundo Meirelles, "o compromisso do governo brasileiro é de repor aquela parcela do crédito internacional que foi cortada para todos os países - inclusive para o Brasil - visando preservar a economia brasileira desse efeito importante da crise internacional".

O programa deve começar a operar até o final de janeiro, e a estimativa de seu volume é de cerca de US$ 20 bilhões.

Empregos
O presidente do Banco Central, que participou de reunião organizada pela Câmara Brasileira-Americana de Comércio, afirmou que o governo tem tomado medidas importantes para ajudar a exportação brasileira.

"O Banco Central do Brasil já tem feito uma série de leilões onde empresta recursos aos bancos para uso exclusivo em financiamento de exportação", disse Meirelles.

"Só se pode tomar este recurso do Banco Central se for para financiar exportação, e esses contratos de exportação são oferecidos ao Banco Central como garantia", acrescentou. "Portanto, é um empréstimo completamente direcionado."
Segundo Meirelles, o governo também está estudando medidas para aumentar o nível de emprego, mas elas devem ser anunciadas posteriormente.

O presidente do Banco Central almoçaria na tarde desta quarta-feira no Federal Reserve (o banco central americano) e, em seguida, partiria para Cancún, no México, onde se reunirá com investidores.

De lá, Henrique Meirelles segue para Miami e volta para o Brasil no final da semana.

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/01/14/bc+anuncia+credito+para+empresas+com+dividas+em+dolar+3360914.html


Governo promete medidas para conter as demissões

Segundo o IBGE, a indústria sentiu os reflexos da crise financeira mundial e registrou em novembro a maior queda no nível de emprego na indústria em 5 anos. Um corte de 0,6% do contigente de empregados, foi a maior queda desde outubro de 2003. Os setores que mais fecharam vagas foram vestuário, madeira e calçados.

No interior paulista, um dia depois do corte de mais de 600 vagas, funcionários da General Motors protestaram.Às 2hr desta terça-feira, a produção da GM em São José dos Campos, em São Paulo, foi interrompida. Foi um protesto dos trabalhadores depois das 802 demissões na unidade.

Diante de mais um número negativo, nesta terça-feira, durante a reunião de coordenação política, o presidente Lula informou aos ministros que novas medidas serão anunciadas até o fim do mês para combater os efeitos da crise. Prazo que coincide com o final das férias dos Ministro da Fazenda Guido Mantega, do presidente do BC Henrique Meirelles e do Ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

O governo ainda não confirma detalhes, mas as medidas devem ser focadas na manutenção dos empregos indústria e na construção civil.

http://www.band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=121871&CNL=1


Atuação do Banco Central Frente à Crise Global

Atuação do Banco Central Frente à Crise Global

Henrique de Campos Meirelles + Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) + Novembro de 2008

Atuação Recente Frente à Crise: Liquidez em Moeda Estrangeira MEDIDAS PARA PROVER LIQUIDEZ EM DÓLARES:

• Vendas à vista US$ 5,1 bilhões

Atuação
MEDIDAS PARA PROVER LIQUIDEZ EM DÓLARES, DIRECIONANDO RECURSOS PARA O FINANCIAMENTOÀS EXPORTAÇÕES:

• Leilões com recompra *** US$ 5,8 bilhões
• Com garantias em global bonds *** US$ 1,6 bilhão
• Com garantias em ACC e ACE *** US$ 1,5 bilhão

INJEÇÃO TOTAL DE RECURSOS PARA PROVER LIQUIDEZ EM DÓLARES  US$ 14,0 bilhões


MEDIDAS PARA REDUZIR A VOLATILIDADE DO MERCADO CAMBIAL:

• Vendas de swap cambial US$ 24,5 bilhões
• Não rolagem de swap reverso US$ 1,5 bilhão(Swap sintetiza a venda de dólares no mercado futuro)


RESULTADOS

• Regularização gradual da oferta de recursos para exportação;
• Redução da volatilidade no mercado de câmbio;
• Atuação não comprometeu o nível de reservas internacionais.

O presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, foi condecorado com a medalha do mérito Santos Dumont na manhã desta quinta-feira em Brasília. A distinção é oferecida pelos militares da aeronáutica em reconhecimento aos serviços prestados ao país por autoridades, personalidades e militares. Na solenidade de entrega da comenda, realizada no salão de eventos do Comando da Aeronáutica, o chefe do Estado Maior da Aeronáutica, Astor Nina de Carvalho Netto, justificou a homenagem ao presidente do BC ao comparar o esforço de Santos Dumont para chegar à invenção do avião com o empenho das autoridades para implementar políticas que levem à melhoria das condições de vida da população. Ele parabenizou o presidente do Banco Central, ressaltando que o avanço na área econômica é um importante passo para assegurar o desenvolvimento do país. Astor Carvalho Netto, que é tenente-brigadeiro, falou em nome do comandante da Aeronáutica, Luís Carlos da Silva Bueno, que não pode comparecer ao evento. Participaram da solenidade os integrantes do Alto Comando da Aeronáutica e oficiais generais da área de Brasília, além do diretor de Liquidações e Desestatização do BC, Antônio Gustavo Matos do Vale. Após o evento, Henrique Meirelles participou de almoço com os oficiais da Aeronáutica.