O ano de 2009 está chegando, e pela América latina, os governos começam a preparar seus orçamentos para o novo ano, e a crise financeira americana está na pauta de todos os líderes.
Depois de esbanjar reservas líquidas, o presidente brasileiro vê agora um estreito caminho de decisões e resultados dos últimos 12 meses, absolutamente comprometedores ao PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). A crise norte americana freou o mercado de exportações, e com isso as reservas começam a perder crescimento, mesmo com as projeções garantidas de mercados futuros.
Não apenas o presidente Lula, mas também Hugo Chávez (presidente da Venezuela) também tem tido noites abaladas. Ambos já sabem que uma crise no mercado americano, barra os sonhos de crescimento e ampliação de reservas em dólar. Inclusive a Venezuela teve fortes quedas nos valores das ações negociadas, e vem sentindo a forte queda no valor do petróleo, onde os americanos são o principal cliente.
Hugo Chávez tem mostrado forte queda pela China, parecendo querer se escorar na gigante emergente.
O ministro mexicano das finanças Augustin Carstens, vê suas entradas internacionais em caixa ameaçadas em diminuir US$2,8 bilhões de origem americana.
Para o Lula resta a decisão: viajar para Pequim, ou visitar Nova York.