No jogo do empurra e empurra da crise Americana, todos navegam buscando os culpados enquanto os governos anunciam que estão garantidos.
A crise caminha em todas as direções, não somente geograficamente, mas também nos vários setores da economia.
Os investidores procuram evitar a Bolsa de Valores, e o abalo sistêmico desse receio tem feito prejuízos em toda economia.
Certamente o mundo está exageradamente consumista, com o agravo da escassez de recursos naturais, e com uma bolha econômica que não está instalada no setor A ou setor B.
A crise caminha em todas as direções, não somente geograficamente, mas também nos vários setores da economia.
Os investidores procuram evitar a Bolsa de Valores, e o abalo sistêmico desse receio tem feito prejuízos em toda economia.
Certamente o mundo está exageradamente consumista, com o agravo da escassez de recursos naturais, e com uma bolha econômica que não está instalada no setor A ou setor B.
Dentro da crise de percepções, está o sentido de que os ativos do mundo não cobrem os passivos, de uma forma geral e global, o mundo perdeu sua liquidez monetária e essa é a grande crise.
No oceano de juros, tarifas, taxas, comissões, lucros, depreciação e todos os fatores que compõem os custos das coisas, os valores e preços atribuídos aos chamados produtos e bens são os verdadeiros responsáveis pela bolha econômica e financeira que distorcem a realidade atual, geram a insaciável necessidade de super valorizações e super lucros para manter os impérios privados.
No oceano de juros, tarifas, taxas, comissões, lucros, depreciação e todos os fatores que compõem os custos das coisas, os valores e preços atribuídos aos chamados produtos e bens são os verdadeiros responsáveis pela bolha econômica e financeira que distorcem a realidade atual, geram a insaciável necessidade de super valorizações e super lucros para manter os impérios privados.
Daí surge o termo “socializar as perdas”, ou seja passar a bucha para o povo.
No dia seis de outubro (06/10/2008), segunda-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) suspendeu a prática de negociações por duas vezes no período da manhã.
O péssimo humor dos investidores frente ao caos global e o terror da recessão global, fomenta e maximiza os agravos da crise.
No dia seis de outubro (06/10/2008), segunda-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) suspendeu a prática de negociações por duas vezes no período da manhã.
O péssimo humor dos investidores frente ao caos global e o terror da recessão global, fomenta e maximiza os agravos da crise.